27 de Maio de 2012
Marco Maia negou que tenha encerrado sessão como represália ao Planalto

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS) afirmou nesta quinta-feira (9) que não é obrigado a seguir as intenções do governo nas votações da Casa.
Nesta quarta (8), o petista encerrou a sessão do plenário mesmo com a pressão do governo para votar o projeto que cria o Fundo de Previdência Complementar para os Servidores Públicos.
Maia disse que encerrou a sessão porque não havia acordo entre os partidos para a votação. Ele negou que tenha provocado uma crise com o Planalto, depois de não ter sido atendido em uma indicação para a diretoria do Banco do Brasil.
- Não tenho indicação no governo. Essa notícia não condiz com a realidade. Os diálogos sobre cargos são feitos pelo meu partido, que tem a legitimidade de discutir composição de governo com a presidente. Se tivesse alguma indicação a fazer, o que não é o caso, e que não fiz, apresentaria ao mesmo partido.
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Em reunião com Marco Maia, os líderes das bancadas partidárias haviam acertado que a proposta de criação do Fundo de Previdência Complementar para os Servidores entraria na pauta após o Carnaval, somente no fim do mês.
- Não sou obrigado a estar acatando a opinião do governo a todo o momento.
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