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publicado em 16/11/2011 às 15h48:

Renda de metade dos brasileiros era de até R$375 em 2010, diz IBGE

Reuters

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Metade da população brasileira tinha rendimento médio mensal per capita de até 375 reais no ano passado, e para 25 por cento das pessoas o valor máximo ficava em 188 reais, revelou o IBGE nesta quarta-feira, num detalhamento dos dados do Censo Demográfico de 2010.

A média de rendimento da população como um todo era de 668 reais, segundo os dados preliminares do Censo sobre rendimento. Cerca de metade da população urbana recebia, em média, até 415 reais, enquanto nas áreas rurais esse valor era de aproximadamente 170 reais, bem abaixo do salário mínimo do período, de 510 reais.

"Os resultados do Censo Demográfico 2010 mostram que a desigualdade de renda ainda é bastante acentuada no Brasil, apesar da tendência de redução observada nos últimos anos", informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em nota.

"Embora muitos indicadores tenham melhorado em dez anos, as maiores desigualdades permanecem entre as áreas urbanas e rurais", acrescentou o instituto.

Segundo o IBGE, a parcela dos 10 por cento com os maiores rendimentos ganhava 44,5 por cento do total nacional em 2012, enquanto os 10 por cento com os ganhos mais baixos ficavam com 1,1 por cento do total.

O rendimento médio mensal das pessoas de 10 anos ou mais com rendimento foi de 1.202 reais em 2010, com diferença acentuada entre as regiões urbana e rural. Enquanto na cidade se ganhava em média 1.294 reais, no campo esse valor era equivalente a 46,1 por cento, ou 596 reais.

Em termos regionais, Centro-Oeste (1.422 reais) e Sudeste (1.396 reais) tiveram os rendimentos mais elevados, com o Sul em seguida (1.282 reais). A região Nordeste teve o menor rendimento (R$ 806).

O Índice de Gini, que mede o grau de concentração dos rendimentos, ficou em 0,526. O índice varia de zero, o melhor resultado, a um, o grau máximo de desigualdade. Nas regiões, o mais baixo foi o da Sul (0,481) e o mais alto, da Centro-Oeste (0,544).

Nas capitais, os melhores níveis de rendimento domiciliar per capita foram mais uma vez os Estados das regiões Sul e Sudeste. Florianópolis registrou o maior valor, com 1.573 reais, seguida de Vitória, com 1.499 reais.

Em 17 das 26 capitais, 50 por cento da população não recebia até o montante do salário mínimo. O Censo detectou ainda que a incidência de pobreza era maior nos municípios de porte médio (10 mil a 50 mil habitantes), independentemente do indicador analisado.

Havia também diferença significativa entre os rendimentos de homens e mulheres. Em termos de rendimento total (trabalho, aposentadorias, pensões, transferências etc.), os homens recebiam em média 42 por cento mais que as mulheres.

 
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