22 de Maio de 2013
Câmara rejeitou subir o mínimo para R$ 560 ou R$ 600 e votou com o governo
O texto base da proposta governista foi aprovado em votação simbólica, mas outras duas emendas, protocoladas pela oposição, que exigiam um valor maior foram rejeitadas em votação nominal (sistema de voto eletrônico, com todos os presentes).
Veja quem foi contra o mínimo de R$ 600
Veja quais deputados descartaram o mínimo de R$ 560
A primeira emenda votada pelos deputados foi a protocolada pelo PSDB, que exigia um reajuste para R$ 600. Dos 489 deputados que votaram, 106 foram favoráveis à proposta, 376 foram contra e sete se abstiveram.
Houve, porém, quem tenha se confundido com o sistema de votação e acabou errando. Foi o caso do deputado Tiririca (PR-SP), que se posicionou favoravelmente à proposta do PSDB, indo contra o governo e sua bancada. A assessoria do parlamentar diz que o humorista se enganou no momento da votação.
Na sequência, a Câmara votou a emenda proposta pelo DEMI, que fixava o valor do mínimo em R$ 560. Nesta votação, 120 foram favoráveis à proposta do DEM, outros 361 foram contra, e 11 se abstiveram de votar.
O projeto de lei aprovado nesta quarta-feira foi elaborado pelo Palácio do Planalto e define, além do valor do mínimo em R$ 545, as regras para reajustes entre 2012 e 2015. O texto segue agora para votação no Senado, prevista para acontecer na próxima semana.
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