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publicado em 12/02/2010 às 10h00:

Sete sambas-enredo que viraram clássicos da MPB

Conheça algumas canções marcantes que saíram da avenida e entraram nas paradas de sucessos

Fabian Chacur, do R7

Há quem acredite que os sambas-enredo se restringem aos desfiles de Carnaval, indo para o esquecimento logo após o fim da festa de Momo. Nem sempre, meus caros, nem sempre. Vários deles entraram para a história da música popular brasileira.

Melhor ainda. Interpretadas por grandes nomes da MPB, tornaram-se canções que não fazem feio ao serem comparadas com clássicos do naipe de Aquarela do Brasil, Garota de Ipanema e Águas de Março, por exemplo.

Selecionamos sete deles para vocês, com uma canção adicional feita no mesmo formato. As escolas de samba e os anos em que foram apresentadas são mencionadas, também.

1) É Hoje (Didi-Mestrinho)- União da Ilha do Governador (1982)

Caetano Veloso tornou essa música conhecida nacionalmente quando a gravou em seu CD Uns, de 1983. "Minha alegria atravessou o mar, e ancorou na passarela...." Difícil encontrar alguém que não saiba a letra desse samba, que Fernanda Abreu regravou nos anos 90 para um comercial televisivo. Veja a letra

2) O Amanhã (João Sérgio) - União da Ilha do Governador (1978)

A gravação de Simone em seu CD Delírios, Delícias (1983) deu ao excelente samba-enredo um ritmo um pouco mais cadenciado, que permitiu ao público apreciar melhor a letra inteligente que especula sobre o futuro. Virou um dos maiores sucessos da cantora e presença constante em seus shows até hoje. Veja a letra.

3) No Reino da Mãe do Ouro (Tolito-Rubens da Mangueira)- Mangueira (1975)

Conhecido por ter entre seus integrantes o também humorista Mussum (dos Trapalhões), o grupo Originais do Samba ajudou alguns sambas-enredo bem legais a se tornarem populares entre o público em geral. Este foi um deles, com seu contagiante refrão "oba-bá, oba-o-ba-bá, é a mãe do ouro que vem nos salvar". Veja a letra.

4) Minha Madrinha Mangueira Querida (Tengo Tengo) (Zuzuca) Salgueiro (1972)

A facilidade em circular por vários estilos musicais ajudou Jair Rodrigues a se manter nas paradas de sucessos dos anos 60 até os dias de hoje. Com este samba-enredo, o Salgueiro homenageia a escola de samba que apadrinhou a sua fundação. O refrão é matador:  "tengo, tengo, Santo Antonio e Chalé, minha gente é muito samba no pé". Veja a letra.

5) A Lenda das Sereias Rainhas do Mar (Vicente Mattos - Dinoel - Arlindo Velloso) -Império Serrano (1976)

Marisa Monte mostrou em seu disco de estreia, MM (1989), que era mesmo uma estudiosa da música popular. Com sensibilidade e muito jogo de cintura, ela resgatou este maravilhoso samba-enredo de 1976 que tem momentos antológicos como os versos "ela mora no mar, ela brinca na areia, no balanço das ondas a paz ela semeia". Veja a letra.

6) Aquarela Brasileira (Silas de Oliveira) - Império Serrano (1964)

Este épico samba-enredo escrito por Silas de Oliveira, um dos grandes compositores do mundo do baticum, foi relido com maestria por Martinho da Vila em 1975 no disco Maravilha de Cenário, cujo título saiu dos versos dessa música. Martinho, aliás, é o melhor exemplo de artista que veio do mundo do samba e se consagrou na MPB. Veja a letra.

7) Festa Para Um Rei Negro (Zuzuca) - Salgueiro (1971)

Este samba-enredo do Salgueiro se tornou um campeão de vendagens ao ser gravado no formato compacto simples de vinil (uma música de cada lado) em 1971 por Jair Rodrigues. O refrão é o seu ponto alto, embora a letra e a melodia também sejam bacanas: "Ole-lê, Ola-lá, pega no ganzê, pega no ganzá". Veja a letra.

8) Disputa de Poder (Almir de Araújo - Hércules Correa- Balinha - Marquinhos Lessa)

Como uma espécie de faixa-bônus, temos aqui uma música composta com a estrutura de samba-enredo por autores especialistas na área, entre eles Marquinhos Lessa, da Imperatriz Leopoldinense. Um clássico do Brasil governado por José Sarney, faz sucesso até hoje nos shows de Simone, que a gravou em 1988 no CD Sedução. Veja a letra.

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