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Publicado em 04/11/2011 às 10h26

Chevrolet Cobalt chega por R$ 39.980
para brigar entre os sedãs compactos

Substituto de Astra e Corsa sedã, modelo tem cara de Agile e bom espaço interno

Cobalt frente GDivulgação

Tem cara de Agile e motor de Agile, mas não é Agile; Chevrolet Cobalt será vendido em 40 países


 
Lucas Bessel, do R7

O Chevrolet Cobalt, novo representante da General Motors na categoria de sedãs compactos no Brasil, chega às concessionárias de todo o país por preços que começam em R$ 39.980 e alcançam R$ 45.980.

Feito para substituir Astra e Corsa sedã, o novo modelo vem de série com ar-condicionado, direção hidráulica, travas elétricas e regulagem de altura para o banco do motorista. O motor é o 1.4 Econo.Flex que gera 102 cv de potência e 13 kgfm de torque máximo (etanol). A transmissão é manual de cinco velocidades.

Além da versão de entrada (LS, a mais barata), o Cobalt será vendido em outras duas configurações, que trazem mais itens de conforto, segurança e conveniência.

A versão LT (R$ 43.780) ganha air bag duplo frontal, grade dianteira cromada, coluna de direção com regulagem de altura, freios ABS com EBD, vidros elétricos nas portas dianteiras e alarme anti-furto.

O modelo de topo LTZ (R$ 45.980) traz rodas de liga leve, farol de neblina dianteiro, maçanetas internas e comandos do ar-condicionado cromados, barra cromada na traseira, rádio AM/FM com leitor para CD/MP3, Bluetooth e entrada USB, computador de bordo, espelhos retrovisores com regulagem elétrica e acionamento elétrico para todos os vidros.

A garantia oferecida pela GM é de três anos sem limite de quilometragem.

 

Cobalt tras G

Porta-malas do Chevrolet Cobalt é destaque, com 563 litros; desenho causa polêmica (Divulgação)

Cara de Agile

Apesar da cara (e do motor) do Agile, o Chevrolet Cobalt é fruto de um projeto novo. Desenvolvido no Brasil, o modelo será comercializado em mais de 40 países.

De acordo com a presidente da Chevrolet do Brasil, Grace Lieblein, a ideia foi criar um carro que traga espaço e "prestígio acessível".

- Ele conta com um novo nível de dirigibilidade, com um interior fora do comum, sem joelhos pressionando os ocupantes dos bancos da frente, sem ombros apertados, sem limitações para as bagagens na hora de viajar.

Um dos bons destaques do carro vem justamente do porta-malas, que tem capacidade para 563 litros de bagagem. O modelo também tem o maior entre-eixos da categoria, com 2,62 m.

O desenho é polêmico, longe de despertar paixões. Por causa da frente já conhecida, parte do fator novidade se perde. A traseira é alta e robusta, mas as lanternas parecem destoar do conjunto. Na frente, os enormes faróis atraem toda a atenção.

No interior, o destaque certamente vai para o painel, que mescla o grande mostrador digital ao conta-giros analógico. A iluminação segue o já tradicional Ice Blue visto em Agile e Cruze, do qual o novo modelo também herda o volante.

 

Cobalt interior G

Painel mescla um grande mostrador digital ao conta-giros analógico (Divulgação)

Motor 1.8 no futuro

A GM diz que, no futuro, o Cobalt será oferecido também com o motor 1.8 Econo.Flex e transmissão automática de seis marchas. Segundo a marca, pesquisas realizadas com potenciais compradores mostraram uma demanda reprimida nesse segmento.

A data da chegada do novo conjunto mecânico, no entanto, ainda não foi definida.

O R7 dirige o Chevrolet Cobalt nesta sexta-feira (4) e publica o test-drive nos próximos dias.