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Publicado em 22/02/2012 às 08h56Peugeot negocia possível aliança com GM
Grupo francês enfrenta vendas fracas e guerra de preços no continente europeu
As ações da aliança de montadoras francesas Peugeot-Citroën operam com forte alta depois do surgimento de informações sobre uma negociação com a americana General Motors para uma possível aliança.
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A Peugeot tem lutado contra vendas fracas e uma guerra de preços na Europa no segmento de veículos compactos, nos quais se baseia boa parte das vendas da empresa.
Às 8h20 (de Brasília), a Peugeot subia 11,57% na Bolsa de Paris. A informação sobre a possível parceria foi confirmada pelo ministro do Trabalho francês, Xavier Bertrand.
- O presidente da Peugeot-Citroën me informou ontem à noite sobre essas discussões para uma parceria estratégica. Ele me disse que essa é uma boa notícia para o grupo, porque permitirá reduzir os custos de produção de veículos, e isso é uma boa notícia para mim desde que os empregos sejam mantidos na França.
A notícia sobre a negociação foi publicada primeiramente pelo jornal francês La Tribune. A Peugeot emitiu um comunicado confirmando que está conversando sobre uma potencial aliança ou um acordo de cooperação com outra companhia, mas não identificou qual seria ela.
- No contexto da estratégia de globalização e melhora do desempenho operacional, a Peugeot-Citroën procura potenciais cooperações e alianças. As discussões estão sendo realizadas e não pode haver certeza nesse ponto de que elas resultarão em um acordo.
O La Tribune afirmou que a montadora está negociando com a GM há alguns meses e que as duas companhias discutem uma aliança mais ampla do que uma ligação industrial entre as fábricas. Segundo o jornal, ainda não há uma conclusão sobre o assunto e a família Peugeot, que controla 48,3% dos direitos de voto da empresa francesa, precisa aprovar qualquer acordo.
Um porta-voz da GM disse que não comentaria sobre especulações.
No começo deste ano, houve rumores na imprensa italiana de que a Peugeot e a Fiat estariam discutindo uma aliança mais profunda do que a que já possuem para a produção de vans. As informações são da Dow Jones.








