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27 de Maio de 2012

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publicado em 20/12/2011 às 14h41:

"Sofro ameaças de morte o tempo todo", diz
enfermeira que espancou cachorro

Mulher prestou depoimento na manhã desta terça-feira em Formosa (GO)

Do R7

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Pela primeira vez depois que espancou o seu filhote da raça da yorkshire a enfermeira Camila de Moura admitiu que se arrepende do que fez e relatou que sofre "ameaças de morte o tempo todo". Ela prestou depoimento na manhã desta terça-feira (20) em Formosa (GO).

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Veja o vídeo da agressão

- Fiquei nervosa que a cachorrinha tinha feito coco e xixi em tudo. Não tive noção do que eu estava fazendo. Foi um fato isolado. Estou arrependida. 

Com medo, Camila deixou sua casa 

Segundo Camila, ela não "apareceu antes" porque estava com medo. Ao R7, o advogado de Camila, Gilson Sahad, disse que por causa das ameças, a cliente está sob proteção policial e precisou deixar a casa onde vive. 

O delegado responsável pelo caso, Carlos Firmino, afirmou que Camila confessou o crime e disse que não tinha raiva do animal. 

- Ela demonstrou que não sentia a gravidade do fato. Na cabeça dela, não foi considerado algo grave. A Camila disse que estava corrigindo o animal.  

Ainda de acordo com Firmino, policiais militares que recolheram o cachorro depois de ele morrer serão convocados a prestar depoimento. 

- Foi uma situação isolada. No depoimento, ela justificou que eles haviam saído para um restaurante e, quando retornaram, o cachorro tinha sujado a casa. Foi uma situação isolada, impensada. A cachorra era bem cuidada inclusive por veterinário.

Entenda o caso

A enfermeira Camila de Moura é investigada por espancar o seu cão da raça yorkshire, de cerca de cinco meses, na frente da filha pequena em Formosa (GO). As cenas foram gravadas por um vizinho no dia 13 de novembro e vazaram na internet. O cão morreu dois dias após sofrer os maus-tratos.

A Polícia Civil da cidade passou a investigar o caso. A enfermeira prestou depoimento disse que estava estressada com o cachorro. Ela pediu para responder apenas por crime ambiental. Na investigação policial, constam também os relatos de alguns vizinhos, que dizem que o cachorrinho já havia sido agredido pela dona outras vezes. Por estar colaborando com a polícia, ela não foi autuada em flagrante e deverá responder ao inquérito em liberdade.

Assista à entrevista:

 

 

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