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27 de Novembro de 2014

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Violência na Bahia
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publicado em 11/02/2012 às 20h40: atualizado em: 11/02/2012 às 21h27

Acaba greve da Polícia Militar na Bahia

Decisão foi tomada após assembleia de grevistas; governo confirma encerramento

Do R7

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Os policiais militares grevistas decidiram encerrar a greve da corporação, na noite deste sábado (11), após realizar uma assembleia na sede do Sindicato dos Bancários, no centro de Salvador. A paralisação teve início no dia 1º.  A informação foi confirmada pelo governo do Estado da Bahia. Cerca de 150 pessoas participaram do ato.

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De acordo com a assessoria de imprensa do governo do Estado, os manifestantes não apresentaram nenhuma contraproposta ao governador Jaques Wagner. Com isso, ficou mantido o aumento de 6,5% nos salários, e mais uma gratificação por trabalho policial gradativa até 2014.  Não haverá anistia aos policias detidos.

Em declaração ao R7, um policial militar que não quis se identificar informou que a decisão foi tomada em respeito aos colegas que atuam no interior do Estado.

- Na verdade, a categoria se sensibilizou com o pessoal do interior, que estava sendo pressionado pelo alto escalão da PM. Foi mais racional e mais inteligente a suspensão da greve.

De acordo com o policial, que disse ter acampado desde o início da greve na Assembleia Legislativa, em Salvador, diz que o batalhão da capital baiana sofreu pressão “por todos os lados”.

Ainda segundo ele, não houve contrapropostas relevantes e definitivas sobre o corte de ponto e a anistia dos policiais grevistas. 

Na assembleia de ontem, convocada pela Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares), os grevistas decidiram não mudar as reivindicações definidas na noite anterior e agregaram um pedido de anistia aos PMs que se mantêm parados.

Comando da PM

Segundo o comandante-geral da Polícia Militar, Alfredo Castro, 85% do efetivo policial voltou a trabalhar em Salvador e na região metropolitana ontem e 80% já estava nas ruas no interior. Para ele, na maior parte do Estado, o policiamento é "normal".

O coronel admite ainda haver áreas com carência de policiais na Bahia. Ele citou a área do Subúrbio Ferroviário e o bairro de Cajazeiras, em Salvador, a região sul do Estado e o município de Paulo Afonso, no norte baiano. 

- Nesses casos, temos o reforço de tropas de reserva, como o Choque, e de unidades especializadas, como a da Caatinga. Ele ressaltou que o Exército continuará reforçando o policiamento ostensivo no Estado "até que a sociedade se sinta segura".

Em Salvador, as escolas da rede estadual e na maioria da rede particular funcionaram normalmente na sexta-feira. Nas da rede municipal, as aulas estão canceladas até que a greve seja oficialmente concluída.

O comércio também abriu as portas, apesar de o fluxo de clientes ainda ser menor que o normal - de acordo com a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas da Bahia, o prejuízo acumulado no comércio no Estado passa dos R$ 500 milhões.

Assista ao vídeo:


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