Ércio Quaresma criticou a ação da polícia de MG no caso Eliza Samudio
O advogado Ércio Quaresma, chefe da equipe de defesa do goleiro suspenso do Flamengo Bruno Fernandes, disse na manhã desta quarta-feira (14) que a polícia de Minas Gerais está fazendo um “teatro de horrores” com o caso Eliza Samudio.
Quaresma, que também defende outros seis suspeitos, disse que a polícia está agindo de forma errada no caso, privilegiando informações aos jornalistas e fazendo estardalhaço em todas as suas ações. Para o advogado, até a forma como o depoimento do adolescente de 17 anos, primo de Bruno, foi colhido – sem a presença da mãe ou de algum responsável – é irregular.
Ele voltou também a reclamar da demora da polícia em permitir o acesso dos advogados ao inquérito do caso. Segundo ele, embora os advogados tenham conseguido cópia do inquérito na segunda-feira (12), como houve muita demora para que isso ocorresse, os defensores ainda não conseguiram ler todo o material. Justamente por isso, ainda não entraram com habeas corpus pedindo a liberdade dos suspeitos.
O advogado afirmou que deve entrar com o recurso na Justiça na quinta-feira (15). O primeiro pedido de liberdade deve ser para o goleiro Bruno.
- Entrando com o [habeas corpus] do Bruno, o resto vai à tira colo.
Mudança de defensor