"Vai morrer", disse amigo de Bruno, segundo irmão do menor que relatou caso à polícia
O também primo de Bruno - que preferiu não se identificar - disse que, entre 3 e 4 de junho, Eliza ligou para Macarrão e cobrou a realização de um exame de DNA para comprovar que seu filho era realmente de Bruno. Segundo o jovem, Eliza ameaçou levar a imprensa ao Flamengo, caso o jogador não providenciasse o exame. O fato, de acordo com o rapaz, irritou Macarrão que, sem Eliza ouvir, disse frases como "vai morrer" e "nós vamos matar ela".
Nesse momento, ele e o irmão de 17 anos, que são primos do jogador, estavam no local. Logo após o telefonema, segundo o jovem, Macarrão teria entrado em contato com um homem chamado Clayton e pedido um carro para realizar um serviço. Logo depois, Macarrão deu dinheiro para que os dois deixassem a casa de Bruno de táxi.
O tio do adolescente - responsável pela denúncia à rádio Tupi que levou a polícia ao menor de idade - afirmou ao R7 que seu sobrinho lhe relatou que, durante os quatro dias que Eliza Samudio ficou em um sítio na Grande Belo Horizonte, o goleiro Bruno foi até o local e ao vê-la com a cabeça machucada, teria dito a Macarrão "já que fizeram a m..., vocês que assumam" e deixou o local. Bruno, segundo o que conta o tio, teria visto a ex-amante assistindo televisão em uma sala.
- Acredito que ele tenha ficado com medo de se complicar devido a outros fatos, como o caso do remédio
O tio do menor disse, contudo, não saber se Bruno tinha ciência o que o grupo faria com a jovem. Ele afirmou que Macarrão passou a ameaçar Eliza para ganhar credibilidade com Bruno e encobrir suposto desfalque nas finanças do jogador. Segundo ele, antes de Macarrão, um homem identificado como Marcelão tomava conta dos negócios do goleiro e foi destituído por supostamente roubar o atleta do Flamengo.