27 de Maio de 2012
Informação foi confirmada pelo TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais)
A escolta de policiais da juíza Marixa Fabiane Lopes, responsável pelo caso do desaparecimento de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes, começa a acompanhá-la nesta quarta-feira (27). A informação foi confirmada pelo TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais).
Segundo o TJ-MG, o centro de segurança do tribunal é responsável pela guarda a acompanha a juíza no trajeto de casa para o fórum e vice e versa, além de vigiá-la nas proximidades. A medida foi tomada após afirmações feitas pelo advogado assistente de acusação no caso, José Arteiro Cavalcante Lima. Ele disse ter sido jurado de morte pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, acusada de matar a ex-amante de Bruno. A juíza e o delegado que investigam o crime também estariam ameaçados.
Entenda o caso
José Arteiro Cavalcante Lima, afirmou que recebeu a denúncia de um preso da penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG), que o ex-policial estava planejando matar a juíza e o delegado responsável pelas investigações e processo do caso Elisa. O próprio advogado também teria sido ameaçado. A denúncia foi protocolada no Tribunal do Júri de Contagem, na semana passada.
Segundo Lima, a mulher do presidiário que dividia cela com o ex-policial o procurou, falando que o marido teria informações. O preso contou então que Bola tinha um plano para matar o delegado Edson Moreira, chefe do Departamento de Investigações da Polícia Civil de Minas Gerais, a juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, do Tribunal do Júri de Contagem, e outras pessoas que, segundo ele, estariam "prejudicando sua vida".
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