Foto por Ascom/IneaSegundo órgão de obras públicas, acesso ao local necessitaria de desapropriação
Segundo o órgao, um dos problemas seria a construção de um acesso ao piscinão que resultaria na desapropriação da área de uma empresa que explora uma pedreira no local, como também de imóveis, o que elevaria o custo.
Outro empecilho citado pela Emop é o fato de haver pedras ao redor do lago e ainda não foi feito uma análise para saber se elas podem se soltar ou não.
Apesar dos entraves, a Emop informou que serão feitos novos estudos sobre o local e que o órgão ainda não desistiu de implantar um parque no local já que é pedido da própria população.
- O lago é muito bonito e seria ótimo que a população pudesse desfrutar dele. Mas se trata de uma área particular onde não uma, mas três empresas têm atividades econômicas, e pode ser um custo muito alto o aproveitamento. Continuamos estudando a possibilidade, mas temos que avaliar o custo que isso representa para apreservação de recursos públicos - disse o presidente da Emop, Ícaro Moreno.
Segundo a Emop, o Inea (Instituto Estadual do Ambiente) fará em breve uma análise para saber se a água do piscinão é proveniente de lençóis freáticos ou da chuva.