27 de Maio de 2012
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Ato começou com três horas de atraso; até as 20h20, nada havia sido votado
A assembleia que vai definir os rumos da greve da Polícia Militar na Bahia começou por volta das 19h deste sábado (11), com três horas de atraso. A plenária estava marcada para as 16h, no Sindicato dos Bancários, no centro de Salvador.
De acordo com um policial ouvido pelo R7 (ele não quis se identificar), estava sendo cogitada a possibilidade de acabar com a greve ainda hoje, mas a votação ainda não havia sido feita.
Por volta das 20h20, os cerca de 150 grevistas reunidos não haviam decidido pela permanência ou não da paralisação.
Na assembleia de ontem, convocada pela Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares), os grevistas decidiram não mudar as reivindicações definidas na noite anterior e agregaram um pedido de anistia aos PMs que se mantêm parados.
Também na sexta, o governo decidiu cortar o ponto para os grevistas desde as 12h.
Comando da PM
Segundo o comandante-geral da Polícia Militar, Alfredo Castro, 85% do efetivo policial voltou a trabalhar em Salvador e na região metropolitana ontem e 80% já estava nas ruas no interior. Para ele, na maior parte do Estado, o policiamento é "normal".
O coronel admite ainda haver áreas com carência de policiais na Bahia. Ele citou a área do Subúrbio Ferroviário e o bairro de Cajazeiras, em Salvador, a região sul do Estado e o município de Paulo Afonso, no norte baiano.O comércio também abriu as portas, apesar de o fluxo de clientes ainda ser menor que o normal - de acordo com a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas da Bahia, o prejuízo acumulado no comércio no Estado passa dos R$ 500 milhões.
Assista ao vídeo:
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