Jogador tem histórico de frases polêmicas e uma relação difícil com a família
Veja a cobertura completa do caso Eliza
Carreira meteórica
Em 2004 o jogador iniciou sua carreira no Atlético Mineiro, tendo uma breve passagem também pelo Corinthians, antes de chegar ao Flamengo, em 2006. No rubro-negro o goleiro conquistou vários títulos, entre eles o Brasileiro de 2009, e teve seu nome cotado várias vezes para a Seleção Brasileira. Depois que o zagueiro Fábio Luciano se aposentou do futebol, Bruno assumiu a faixa de capitão da equipe.
Entretanto, a relação de Bruno com a torcida sempre foi conturbada. Por mais de uma vez o goleiro demonstrou irritação com os torcedores, tendo inclusive, dito que não ligava para o que a torcida achava dele.
Família cheia de problemas
Bruno não é o primeiro membro da família a ter problemas com a polícia. Sua mãe, Sandra, atirou cinco vezes em uma mulher, em 1996, sendo que nenhum dos tiros atingiu o alvo. Sandra teria discutido com Marinês Alves Dias, após consumirem cocaína em uma festa. A mãe do jogador foi denunciada pelo Ministério Público por tentativa de homicídio, mas nunca foi presa.
Em 2005, Sandra e seu companheiro na época, identificado como Luiz Timóteo, foram acusados de fraudar documentos de um terreno na Bahia. Já o pai do jogador, Maurílio Fernandes das Dores de Souza, foi acusado de furto e teve a prisão pedida sete vezes. Maurílio morreu em 2008.
O irmão de Bruno, Rodrigo Fernandes, de 20 anos, foi preso há dois anos por roubo em Teresina, no Piauí.
Declarações polêmicas
Em 2008, após uma partida do Flamengo em Minas, Bruno e os jogadores Marcinho e Diego Tardelli teriam participado de uma festa no sítio do goleiro. Prostitutas que estariam na festa prestaram queixa contra Marcinho, que as teria agredido. Bruno defendeu as mulheres dizendo: “Independentemente de ser prostituta ou não, é uma mulher e bater em mulher é covardia".
A mais famosa, porém, foi a frase dita após uma das muitas confusões entre o atacante Adriano e sua noiva: “Quem nunca saiu na mão com uma mulher?"
O temperamento de Bruno
O irmão de Bruno, Rodrigo, vive em uma casa simples, no interior do Piauí. Sem ajuda de Bruno, ele trabalha como gari e jogador de futebol, em um time pequeno. Em entrevista exclusiva à Rede Record, Rodrigo comentou o crime atribuído a irmão e falou do temperamento explosivo do irmão.
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