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publicado em 15/09/2011 às 12h28:

Funcionários do IML que vazaram
vídeo de Kelly Cyclone são afastados

Advogado da família ainda quer processar o Estado

Do R7, com Rádio Sociedade

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Foram afastados pela Secretaria da Segurança Pública dois funcionários do IML (Instituto Médico Legal) Nina Rodrigues, depois de uma apuração interna ter os apontado como autores do vídeo que vazou pela internet, que mostra o corpo de Kelly Sales Silva, de 22 anos, conhecida como Kelly Cyclone, após a necropsia.

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Os nomes dos dois funcionários não foram divulgados pelo secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, que recebeu os parentes de Kelly em reunião nesta quarta-feira (14), segundo o advogado da família da vítima, Rosalvo Teixeira.

Ainda de acordo com Teixeira, um deles era funcionário do Regime Especial de Direito Administrativo e o outro era empregado de uma empresa de serviços gerais terceirizada.

Apesar da punição, o advogado disse que pretende ingressar com ação indenizatória por danos morais contra o Estado.

Vídeo

O Departamento de Polícia Técnica da Polícia Civil já teria chegado aos autores das imagens sobre a autópsia do corpo de Kelly Cyclone.

Os envolvidos seriam do próprio IML e teriam confessado o crime. A mãe de Kelly prometeu processar o Estado da Bahia por causa do vídeo.

O vídeo mostra os detalhes do corpo da jovem minutos antes de ser realizada uma necropsia no Instituto Médico Legal Nina Rodrigues, em Salvador.

A Secretaria da Segurança Pública determinou que o DPT instaurasse uma sindicância para apurar a autoria do vídeo. A gravação foi feita dentro das instalações do IML, local com acesso restrito a funcionários do órgão.

O vídeo mostra o corpo de Kelly vestido com a camisa da seleção Argentina e um short jeans, dentro de uma bandeja de remoção de cadáveres. 

O caso

Kelly Sales Silva morreu no dia 18 de julho, vítima de homicídio por arma de fogo, em Lauro de Freitas. Conhecida como Kelly Doçura, Kelly Cyclone ou Patroa do Tráfico, a vítima promovia festas em Salvador, nas quais o uso de cocaína era liberado, Ela foi vista pela última vez no Salvador Fest, quando teria ido encontrar um ex-namorado.

Segundo a polícia, Kelly teria registrado um boletim de ocorrência para denunciar que sofreu ameaça de morte 39 dias antes de ser assassinada.

Entre os suspeitos do assassinato estão o filho de um policial civil que seria um suposto namorado de Kelly Cyclone, além de dois supostos traficantes, ambos ex-namorados da vítima.

A jovem apresentava sinais de espancamento pelo corpo, marca de tiro nas costas, além de sinais de esfaqueamento na barriga, e foi encontrada em via pública, próximo ao prédio da Previdência Social, em Lauro de Freitas.

O corpo de Kelly foi enterrado na tarde do mesmo dia em que foi morta, no Cemitério de Portão, também em Lauro de Freitas, o sepultamento reuniu familiares e uma multidão de curiosos.

 Relembre o caso: 

 


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