O juiz Ademir Ribeiro Richter, da vara da Infância e da Juventude de Londrina, editou uma portaria nesta terça-feira (30) que proíbe o uso das chamadas “pulseiras do sexo” na cidade paranaense. A resolução passa a vigorar um dia depois que uma adolescente de 13 anos disse ter sido vítima de estupro por causa do adereço na semana passada.
Quem não respeitar a norma e vender o artigo ou deixar o filho usar a pulseirinha do sexo, pode responder por crime de desobediência ou responder por outras penalidades previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente - pais podem perder a guada dos filhos, se for constatado descaso, por exemplo.
As pulseiras coloridas, que chegaram ao Brasil no ano passado, viraram moda entre jovens. Cada uma delas tem a conotação de um carinho diferente.
Veja o vídeo com o suposto caso de estupro envolvendo a pulseira em Londrina: