Gustavo Fantini diz que não há provas da união do grupo para cometer vários crimes
O Ministério Público de Minas Gerais não denunciou por formação de quadrilha os nove envolvidos na morte de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes. A denúncia, enviada para a imprensa na manhã desta quinta-feira (5), mostra que o goleiro, Dayanne Souza, sua ex-mulher, Luis Henrique Romão, o Macarrão, Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, Sérgio Rosa Sales, o Camelo, Elenilson Vitor da Silva, Wemerson Souza, o Coxinha, Flávio Caetano Araújo e Fernanda Gomes Castro foram denunciados por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver e corrupção de menor.
Segundo o promotor Gustavo Fantini, formação de quadrilha foi retirada da denúncia porque não há provas de que o grupo se juntava para cometer vários crimes. A Justiça decretou a prisão preventiva de Bruno e dos outros oito suspeitos de participar do desaparecimento de Eliza Samudio. A informação foi confirmada na manhã desta quinta-feira (5) pelo promotor.
A prisão foi solicitada na quarta-feira (4) pela promotoria, que a encaminhou à Justiça juntamente com a denúncia contra o grupo. Bruno e outros sete suspeitos estão detidos desde o início de julho, quando tiveram a prisão temporária decretada. O prazo da temporária termina nesta quinta-feira. Caso a Justiça não tivesse decretado a preventiva, o grupo poderia ser solto na sexta-feira (6).