27 de Maio de 2012
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Afirmação foi feita na manhã deste sábado em visita à capital baiana
- Isso faz parte de uma guerra psicológica, uma estratégia dos movimentos. As providências estão sendo tomadas, a lei e a ordem serão cumpridas.
A afirmação foi feita por Cardoso, na manhã deste sábado, após sua chegada a Salvador. Ele foi recebido pelo governador Jaques Wagner na base área da cidade. Os dois se reuniram com o chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos Nardi, a secretária Nacional de Segurança Pública Regina Miki, o secretário estadual da Segurança Pública, Maurício Barbosa, o comandante-geral da Polícia Militar (PM), coronel Alfredo Castro.
Com a greve dos policiais militares, deflagrada na última terça-feira (31), 53 pessoas foram mortas em uma onda de violência que atinge grande parte do Estado. Entre esta sexta-feira (3) e a madrugada deste sábado, 29 pessoas morreram. O último assassinato aconteceu no bairro Plataforma, onde um homem ainda não identificado foi morto, por volta da 0h45.
Além dos assassinatos, foram registradas também dez tentativas de homicídios, sete delas na capital baiana.
Em pronunciamento feito em rede estadual de rádio e televisão por volta das 20h desta sexta-feira, o governador da Bahia, Jacques Wagner, afirmou que a onda de violência que atinge o Estado é resultado da "ação de um pequeno grupo de policiais". Os policiais militares decretaram greve nesta terça-feira (31).
*com informações da assessoria do governo da Bahia
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