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Violência na Bahia
Veja a cobertura completa
publicado em 04/02/2012 às 05h30:

Ministro da Justiça e secretária nacional de
segurança chegam a Salvador neste sábado

Visita ocorre em meio a caos provocado por greve da Polícia Militar

Do R7

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O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, vai a Salvador (BA), por volta das 10h deste sábado (4), para encontrar o governador Jaques Wagner, na Base Aérea. O motivo do encontro são os ataques cometidos no Estado após o decreto de greve pela Polícia Militar.

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Governador: violência é ação de pequeno grupo de PMs

Cardozo irá acompanhado de uma comitiva formada pela secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki e o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello.

Veja fotos da onda de violência

O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi, também participará do encontro.

De acordo com o ministério, estão sendo enviados cerca de 450 policiais da Força Nacional de Segurança Pública, ligada ao Ministério da Justiça. No Estado, já foram encaminhados 2.800 militares do Exército, Marinha e Aeronáutica.

Pronunciamento

O governador da Bahia, Jacques Wagner, afirmou - em pronunciamento feito em rede estadual de rádio e televisão por volta das 20h desta sexta-feira (3) - que a onda de violência que atinge o Estado é resultado da "ação de um pequeno grupo de policiais".

- Estamos abertos ao diálogo, mas o que não aceito é que um pequeno grupo cometa atos de desordem em alguns pontos do Estado.

Wagner afirmou que está tomando todas as providências para garantir a segurança no Estado e que 12 mandados de prisão já foram emitidos contra os suspeitos de terem organizado e participado dos tumultos. O governador disse que entrou em contato com a presidente Dilma Roussef, que liberou o apoio de militares. Segundo Wagner 2.350 militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica já estão na Bahia e outros 600 deverão chegar ao Estado ainda neste sábado (4). 

O governador ainda "conclamou" todos os militares a voltarem imediatamente ao trabalho e prometeu que irá continuar trabalhando "firmemente" para melhor a situação da categoria.

Portas fechadas

A onda de violência provocada pela greve da Polícia Militar no Estado da Bahia fez com que o comércio da capital Salvador fechasse as portas mais cedo nesta sexta-feira. De acordo com o presidente do Sindicato dos Comerciários da cidade, Jaelson Dourado, as lojas do centro pararam de funcionar às 17h. Os shoppings de Salvador também fecharam mais cedo.

Segundo Dourado, o sindicato foi informado, ao longo desta sexta-feira, de vários casos de vandalismo e assalto contra comerciantes e vendedores.

- Ainda não temos estatística, mas, por exemplo, o Pirajá [bairro da capital] está cheio de problemas. O comerciante é a peça mais vulnerável. Ficamos de cara para a rua. 

Dourado afirma que a determinação de fechar o comércio mais cedo veio dos próprios patrões, para garantir a segurança dos trabalhadores na volta para casa.

Feira de Santana
Em feira de Santana, uma das maiores cidades do interior da Bahia, o transporte público está parado desde a tarde da quinta-feira (2), após uma onda de violência na cidade. Por volta das 18h30 desta sexta-feira, nenhum ônibus circulava no município.

Os rodoviários disseram que não trabalhariam por causa da falta de segurança na região, já que desde a quarta-feira (31), a Policia Militar do Estado da Bahia decretou greve. Segundo o sindicato, não há previsão para o retorno do serviço.

Além do transporte, todas as escolas da cidade não funcionaram nesta sexta-feira e parte do comércio amanheceu de portas fechadas. Houve saques e arrastões na noite desta quinta-feira.

Assista ao vídeo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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