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publicado em 14/01/2011 às 06h00:

Mortes pelas chuvas em janeiro já
ultrapassam total de vítimas de 2010

Nas duas primeiras semanas do mês, morreram ao menos 524 pessoas no Sudeste

Do R7

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O número de mortos em decorrência das chuvas registrado neste mês no Sul e no Sudeste já supera o total de óbitos em todo o país em 2010. As informações se baseiam em dados de órgãos de Defesa Civil estaduais. Até esta sexta-feira (14), o número de vítimas chegava a 524 no Sudeste - Rio de Janeiro (512), São Paulo (11) e Minas Gerais (1). Balanço da Secretaria Nacional de Defesa Civil contabilizou 473 mortos em razão de temporais no ano passado em todo o país.

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Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul não registraram mortes por causa de alagamentos e deslizamentos de terras nas duas primeiras semanas deste ano.

Antes da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro, o Estado havia contabilizado, em 4 de janeiro, a morte de três pessoas em decorrência de um deslizamento em Petrópolis. Entretanto, com as chuvas desta semana, as mortes no Rio saltaram para 512 até a manhã desta sexta-feira.

Chuvas fortes
Os temporais que atingem o Sudeste são reflexo do resfriamento das águas do oceano Pacífico, que provocam efeitos atmosféricos. O fenômeno é conhecido como La Niña, explica a meteorologista Helena Turon, do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

Em São Paulo, diz ela, a intensidade das chuvas é agravada pela chegada das massas de umidade da floresta Amazônica, que contribui para a formação de áreas de precipitação. No Brasil, o La Niña é responsável por deixar o Sul do país, em especial o Rio Grande do Sul, com o clima mais seco, e a região Nordeste mais chuvosa.

- A natureza é feita de ciclos. No ano passado e neste, tivemos épocas bastante chuvosas. É possível que, nos próximos anos, esses períodos sejam mais secos.

Segundo o meteorologista Marcelo Schneider, também do Inmet, o aquecimento das águas do oceano Atlântico, próximo à costa brasileira, influenciou as chuvas em dezembro passado em São Paulo. A tendência é que o volume de chuvas em cidades do Estado ultrapasse a média histórica.

Na zona norte da capital, por exemplo, choveu até esta quinta-feira (13) 323,6 mm. O índice médio, pontua Schneider, é 261,3 mm. Em Campos do Jordão, a 181 km de São Paulo, o volume das chuvas só nas primeiras duas semanas atingiu a marca de 261,2 mm. A média histórica é 291,3 para todo o mês.


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