O muro da sede do Flamengo, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro, amanheceu pichado nesta sexta-feira (2) com uma frase que chamava o goleiro de “assassino”. Mais tarde, Funcionários do clube apagaram o texto. O jogador é considerado suspeito pelo desaparecimento da jovem Elisa Samudio, com quem teve um filho, há quatro meses.
O amigo de Bruno que foi visto correndo, com um saco de lixo na mão, enquanto saía do sítio do goleiro em Esmeraldas, Minas Gerais, prestou depoimento sobre o caso na delegacia. O conteúdo da declaração dada por Elenilson Vitor da Silva foi publicado, nesta sexta-feira, pelo jornal O Dia.
De acordo com o veículo, Silva – que também é administrador do sítio - contou à polícia que Eliza e o bebê estiveram na casa do goleiro entre os dias 8 e 9 de junho. Ele afirmou que era encarregado de levar comida para a jovem, que era mantida isolada em um quarto, com o bebê.
Outro empregado de Bruno que ainda deve ser ouvido pela polícia é um homem conhecido como “Macarrão”. O jogador afirmou que foi ele quem o entregou o bebê de Eliza, segundo ele, há cerca de “dois ou três meses”, quando ele conheceu a criança.