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publicado em 03/10/2012 às 17h45:

Pagodeiros suspeitos de estupro deixam a prisão após 38 dias

MP ofereceu denúncia à Justiça na terça-feira; jovens ficaram detidos em Feira de Santana

Do R7, com Rede Record

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Nove integrantes da banda de pagode New Hit, suspeitos de estuprarem duas adolescentes, deixaram o presídio de Feira de Santana, na Bahia, por volta das 16h40 desta quarta-feira (3). O soldado da Polícia Militar Carlos Frederico Santos de Aragão também foi liberado do Batalhão de Choque da PM, na mesma cidade onde os jovens estavam presos.

Eles ficaram 38 dias presos. O Tribunal de Justiça da Bahia concedeu, na terça-feira (2), liberdade aos suspeitos. Familiares aguardavam na porta do presídio e disseram que esperamJustiça para provar que eles são inocentes. A Polícia Militar informou que o soldado cumprirá serviços administrativos até a possível condenação do caso.

O Ministério Público denunciou à Justiça, também na terça-feira, os integrantes por formação de quadrilha, com características de crime hediondo. Os suspeitos moram em Salvador, para onde seguiram depois que deixaram o presídio. 

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Foram denunciados Alan Aragão Trigueiros, Carlos Frederico Santos de Aragão, Edson Bonfim Berhends Santos, Eduardo Martins Daltro de Castro Sobrinho, Guilherme Augusto Campos Silva, Jefferson Pinto dos Santos, Jhon Ghendow de Souza Silva, Michel Melo de Almeida, Weslen Danilo Borges Lopes e William Ricardo de Farias.

A decisão foi da promotora da cidade de Ruy Barbosa, Marisa Marinho Jansen Melo de Oliveira. No texto, ela destacou que “as adolescentes [vítimas do grupo] foram abusadas mediante extrema violência, por repetidas vezes e em alternância, conjunção carnal e atos libidinosos diversos em razão do que foram presos em flagrante”. Todos os atos descritos na denúncia foram comprovados por testemunhos e laudos periciais.

Crime

O caso ocorreu no dia 26 de agosto após uma apresentação do grupo em um carnaval fora de época na cidade de Ruy Barbosa (BA). As supostas vítimas contaram à polícia que foram estupradas dentro do ônibus da banda, onde entraram para tirar fotos com os integrantes. A dupla afirmou que foi levada ao banheiro do veículo e as duas foram violentadas pelos rapazes, que agiram em duplas.

A decisão do MP conta que, ao entrar no ônibus, as garotas passaram a ser “vítimas de atitudes libidinosas" por parte dos dançarinos Alan, Wesley e Guilherme, bem como do vocalista de vulgo Dudu, tendo as "duas jovens os repreendido". Uma delas foi “puxada pelos cabelos” por William, vulgo Brayan, que “desferiu-lhe tapas no rosto e, brutalmente, a arrastou para dentro do banheiro”.

Lá, juntamente com Weslen, vulgo Gagau, iniciaram a primeira sessão de estupro, estando a vítima “totalmente acuada e impossibilitada de oferecer resistência”. Embora tenha tentado se desvencilhar dos agressores e escapar, a vítima foi mantida no banheiro para que outros dois membros, desta vez Michel e Guilherme, passassem a estuprá-la na sequência. Durante todo o tempo, a adolescente era xingada e agredida fisicamente. Esta mesma vítima ainda foi estuprada, ato contínuo, por Alan, vulgo Alanzinho e Edson dos Santos.

Relembre o caso:

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