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publicado em 18/05/2010 às 18h14:

Parque da Disney no Rio é proposta para
evitar quebra dos hotéis após Olimpíada

Especialistas do BNDES apresentam ideia em evento sobre desenvolvimento

do R7, no Rio

Para evitar a quebra da rede hoteleira do Rio de Janeiro após a “febre” provocada pela Olimpíada de 2016, um grupo formados por economistas do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e um assessor da prefeitura da capital vão apresentar a proposta de criação de um parque da Disney na cidade durante a 22ª edição do Fórum Nacional.

O projeto será apresentado no evento, que acontece até a próxima quinta-feira (20), no BNDES no Rio. O trabalho, segundo um dos autores, o economista Fábio Giambiagi, chefe do departamento de risco de mercado do BNDES, tem 35 páginas sobre a Olimpíada e seu legado e, em duas páginas, a ideia do parque é defendida.

-Não pode haver a Olimpíada e depois a cidade ficar sem meta. Após esse evento a cidade tem de se reinventar. Um exemplo disso é Barcelona, sede das Olimpíadas de 1992.

Segundo Giambiagi, para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 a rede hoteleira carioca tem de melhorar a qualidade e aumentar a quantidade de leitos. Como para sobreviver os hotéis precisam de ocupação média entre 50% e 70%, a cidade precisa ter condições para atrair os turistas em uma escala maior que a atual. Para isso, um investimento como um parque da Disney seria ideal após as Olimpíadas.

O economista defende que a ideia é viável porque a Disney vive uma tendência de expansão pois, além de ter parques nos EUA, também está na Europa e sua última instalação fora do continente americano foi na Asia.

 - Esperamos que em dez anos a Disney coloque o pé na América Latina e não será no México porque não tem sentido por causa da proximidade com os EUA, com Orlando, por exemplo. O Brasil é um local natural, principalmente com a economia em crescimento.

No Brasil, segundo Giambiagi, dificilmente haverá um lugar com condições superáveis ao Rio, com potencial turístico e que atrai habitantes de todo Brasil e América do Sul.

- Uma pessoa que mora em Córdoba, por exemplo, segunda cidade mais importante da Argentina, tem dificuldade de ir para Miami. Mas, se houver uma ponte aérea com o Rio, é possível que essa pessoa venha duas ou três vezes [na vida] à Disney daqui.

Um parque da Disney, segundo o economista, seria, além de mais um atrativo na cidade, uma opção para os dias de chuva.

-[Para uma viagem] ao Rio depende muito do tempo. Em Paris, por exemplo, se chover todo mundo vai para os museus. Já se for uma época de chuva, o turista não escolhe vir para o Rio.

Giambiagi deixou claro que a ideia da criação do parque está no âmbito da proposta e que não há nenhuma negociação com a Disney. A reportagem do R7 tentou entrar em contato com a assessoria de imprensa da corporação, mas não conseguiu.


 
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