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publicado em 14/05/2012 às 22h48:

Superlotação e falta de médicos atingem sistema de saúde no PA e RJ

Hospitais públicos de Belém e Rio de Janeiro acomodam pacientes em macas nos corredores

Do R7, com Rede Record

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A situação da saúde pública no país preocupa e atinge cada vez mais brasileiros. Hospitais superlotados, falta de leitos, poucos médicos e falhas em diagnósticos são alguns dos problemas enfrentados por cidadãos em todo o Brasil. 

No caso de Belém, no Pará, há casos de pacientes que procuram por ajuda médica e demoram horas para serem atendidos. Foi o que aconteceu com uma mulher de 41 anos que chegou ao hospital com fortes dores e ficou esperando por um leito por uma semana. Sem atendimento, a vítima morreu no corredor. Segundo o atestado de óbito, a causa da morte é desconhecida. A filha da vítima não se conforma com a situação. 

– Desconhecida porque não foram atrás de cuidar da minha mãe.

Outro exemplo da precariedade do sistema de saúde da região foi o acidente com a ambulância que levava uma senhora, vítima de um AVC, para outro hospital. O veículo pegou fogo e a paciente só conseguiu chegar ao hospital uma depois. O leito, só chegou após mais uma semana de espera. 

No entanto, há quem não tenha tempo para esperar por um leito. Um homem de 68 anos, vítima de cirrose, morreu no corredor do hospital após uma semana na espera por atendimento adequado. 

A superlotação dos hospitais de Belém é uma realidade. Os 228 leitos de um dos principais prontos socorros da cidade costuma ficar lotado por conta da grande procura de pacientes de cidades do interior do Pará que buscam atendimento médico na capital. Em menos de vinte minutos, quatro ambulâncias chegaram com pacientes do interior do estado. 

A Secretaria de Saúde do Pará informou, em nota, que há projetos para equipar os hospitais do interior do estado e reduzir a quantidade de gente que procura por atendimento médico na capital, o que ajudaria a diminuir a superlotação dos hospitais. 

Rio de Janeiro 

Na baixada fluminense a situação não é muito diferente. Um dos maiores e mais movimentados hospitais da zona oeste do Rio de Janeiro não tem condições que receber e atender seus pacientes. 

Um homem com suspeita de pedra nos rins aguarda por atendimento, em uma maca, há 10 horas. A internação é feita de forma precária e o paciente é identificado com um papel colado na parede. 

Em outra ala do hospital, recém-operados se amontoam com pacientes que esperam para realizar uma cirurgia. Há quem esteja há 16 horas sem se alimentar e sem tomar água. Os parentes dos pacientes ficam indignados com a situação do hospital.

– É uma bagunça, não tem médico e ninguém fala. Estou aqui para reivindicar o direito do pobre, o direito do ser humano

A secretaria de saúde do Rio de Janeiro reconheceu que a superlotação das emergências é uma realidade, mas disse que está investindo para melhorar o atendimento.

Assita ao vídeo:

 




 

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