Polícia informou que irá ouvir um dos suspeitos de cada vez nesta segunda-feira
Nenhum dos quatro é obrigado a prestar depoimento. Pela lei, eles podem ficar calados e só se pronunciar em juízo (durante a fase do processo, na presença do juiz). Essa atitude foi tomada na última sexta-feira pelo goleiro Bruno, seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e o ex-policial civil.
Mal súbito
Na madrugada do domingo (11), o goleiro Bruno teve um mal súbito, com uma forte dor no peito e queda de pressão. Ele está detido da penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Por volta das 2h30, o jogador pediu ajuda. Houve correria no pavilhão de triagem, onde ficam os presos provisórios. Bruno foi atendido por um enfermeiro da unidade de saúde e melhorou.
Na manhã desta segunda-feira, o advogado Ércio Quaresma, disse que uma neurologista particular deverá examinar seu cliente ainda nesta manhã. A médica era aguardada, por volta das 9h, na penitenciária. Segundo Quaresma, a médica foi chamada para fazer um exame mais detalhado em Bruno. O advogado afirmou que seu cliente chegou a desmaiar e a ficar inconsciente por cerca de uma hora.
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