Distrito Federal

20 de Dezembro de 2014

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Amigos de assassino confesso de professora se dizem surpresos com envolvimento dele no crime

Internautas usaram o Facebook para se manifestar sobre o caso

Do R7 | 02/04/2013 às 00h12
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Pelo Facebook, amigos de Walisson Santos Lemos, de 24 anos, acusado de estrangular a professora Christiane Silva Mattos, de 37 anos, na última quinta-feira (28), disseram que estão surpresos com o envolvimento do amigo no crime. Na rede social, ele se identifica como Diguinho S Lemos.

Uma amiga de Walisson disse que conviveu "anos e anos" com o suspeito e está surpresa com a notícia. Ela questiona o que levou o amigo a cometer o crime, que ele confessou ter praticado.

— Fico pensando como nos enganamos com as pessoas, convivemos anos e anos e, de repente, vejo uma notícia dessa. Aí ficam as pergontas: O que o levou a fazer isso? O que deu na sua cabeça? Será que sempre foi assim e não percebi? Não terei as respostas, mas fica a enorme tristeza de saber que foi capaz disso.

Outra pessoa se manifestou, dizendo:

— É, realmente a gente não conhece ninguém nessa vida.

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A vítima foi encontrada morta dentro do carro no estacionamento 9 do Parque da Cidade por volta das 22h de quinta, com sinais visíveis de estrangulamento. Christiane deveria buscar os filhos na escola no fim da tarde. Como não apareceu, a família registrou ocorrência de desaparecimento na 1ª DP (Asa Sul) e a polícia iniciou as buscas. Horas depois, encontrou a mulher morta.

Vítima de um psicopata

O marido dela, Marcos Aurélio Mattos, contou neste sábado (30) que a filha mais nova do casal está sofrendo muito com a ausência da mãe. A menina tem dois anos de idade e pergunta todo o tempo por ela.

— A minha filha mais nova chama toda hora pela mãe e chora porque a mãe não volta, não aparece. Estamos muito angustiados.

Para ele, Christiane foi vítima de um psicopata.

— Pelas investigações o crime foi feito por um psicopata que estava solto, mas já tinha passagem pela polícia. Por enforcamento e não por assassinato. Ele já deveria estar preso, mas estava solto.

O suspeito de matar a professora estaria arrependido de ter cometido o crime, de acordo com o seu advogado, Álvaro de Assis. O defensor diz que o suspeito chorou muito e não conseguiu dar detalhes do que ocorrido entre ele e a professora.

Na tarde desta segunda-feira (1º), o suspeito apresentou uma nova versão para o crime, segundo o advogado Álvaro de Assis. Ele foi ouvido novamente na tarde desta segunda-feira (1º) na 1ª Delegacia de Polícia e teria afirmado que abordou a vítima apenas para cometer um assalto.

 

 
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