Distrito Federal

28 de Novembro de 2014

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Giulianno Cartaxo mostra dificuldades de quem escolhe a bicicleta como meio de transporte no DF

Apresentador da TV Record enfrentou 25 quilômetros pedalando

Do R7, com TV Record | 28/12/2012 às 12h05
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O apresentador da TV Record Giulianno Cartaxo, sofreu na pele o que os ciclistas enfrentam todos os dias no trânsito do Distrito Federal. Ele percorreu quase 25 quilômetros pedalando entre carros, embaixo de chuva e ciclovias em péssimas condições. A reportagem fez parte de uma série que mostrou a situação de quem precisa andar de ônibus, carro ou bicicleta na capital.

O DF vai fechar o ano com mais de 1,4 milhão de carros, mais de 200 mil motos e quase quatro mil ônibus. O resultado disso tudo é muito barulho de buzina, congestionamentos e falta de vagas para estacionar.

Alguns dos países mais desenvolvidos do mundo adotaram uma saída econômica, saudável e ecológica para amenizar o caos no trânsito nas grandes metrópoles. O segredo? A boa e velha bicicleta. Em alguns desses países, o governo chega a doar bicicletas para a população. Em outros, incentiva com redução de impostos que adota a bike no dia a dia.

No DF existe um programa cicloviário que prevê a construção de quase 600 quilômetros de ciclovias, espalhadas em praticamente todas as regiões da capital.

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Regiões administrativas como Samambaia, Recanto das Emas, São Sebastião, Jardim Botânico e Ceilândia já possuem pistas próprias para as bicicletas. Outras regiões como Asa Sul (via L2), Asa Norte (via L2), UnB, Ceilândia, Paranoá e Gama estão em fase de construção.

Vias importantes, até deveriam ter ciclovias. O projeto da EPTG (Estrada Parque Taguatinga) previa a instalação de faixas exclusivas para bicicletas, mas a ideia não saiu do papel. Quem depende da “magrela” como meio de transporte é obrigado a dividir espaço com os carros, em uma das vias mais perigosas do DF. Problema que não é exclusividade da via. Até onde há a chamada ciclofaixa - uma mistura de acostamento e ciclovia - onde a preferência deveria ser do ciclista, o motorista não respeita quem anda de bicicleta.

O presidente da ONG Rodas da Paz, Uyra Lourenço, trocou o carro pela bike, e não se arrepende da escolha. Mas ele alerta que não é uma tarefa fácil se locomover de bicicleta na capital.

— Não é uma coisa fácil deixar o carro em casa e ir trabalhar de bicicleta. É preciso muito cuidado e paciência.

Assista ao vídeo:

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