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30 de Setembro de 2014

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Arquitetos que trabalharam na construção de Brasília dão adeus a Niemeyer

Velório de Niemeyer no Palácio do Planalto será aberto ao público às 16h

Do R7, com Agência Brasil | 06/12/2012 às 11h48
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Um mestre que depois virou amigo. Essa é a recordação de dois arquitetos, que participaram da construção de Brasília, sobre Oscar Niemeyer.

Ítalo Campo Fiorito, de 80 anos, disse que o projeto da nova capital federal foi sua primeira oportunidade de trabalho.

— Cheguei lá em 1958. Ninguém acreditava que aquilo fosse ficar pronto, mas ficou. Essa foi a minha melhor experiência profissional. Depois fomos ficando velhos e nos tornamos amigos. Ele [Niemeyer] queria justiça para o mundo e trabalhava de manhã até a noite.

Fiorito conta que Niemeyer sempre buscava ajudar os mais próximos e que chegou a ser preso durante o regime militar apenas por ser amigo do arquiteto.

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Velório de Niemeyer no Palácio do Planalto será aberto ao público às 16h

Jaimi Zettel, de 80 anos, que também trabalhou com Lúcio Costa e Niemeyer lembra que a experiência foi inspiradora.

— Niemeyer era um mestre.

Os dois amigos estiveram na manhã desta quinta-feira (6) no Hospital Samaritano, onde o corpo de Niemeyer aguarda para seguir a Brasília. O velório ocorrerá no Palácio do Planalto.

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