Distrito Federal

20 de Abril de 2014

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Travestis e prostitutas tiram a roupa no meio da rua em plena luz do dia em Brasília

Elas se exibem nos horários de maior movimento no Setor de Motéis de Taguatinga Sul

Do R7, com a TV Record Brasília | 07/12/2012 às 13h39
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Encontrar mulheres se prostituindo nas ruas da capital federal no horário do almoço é uma cena cada vez mais comum. A equipe da TV Record Brasília flagrou algumas se exibindo para chamar a atenção dos clientes. A polícia informou que elas ficam no local nos horários de maior movimento, seja de manhã, a tarde ou a noite.

Vestidas com poucas roupas, elas fazem de tudo para chamar a atenção das pessoas. Uma delas está só de sutiã e usa um short bastante curto. A colega está só de casaco, mas deixa os seios à mostra.

Não demora muito para os interessados aparecerem. Um carro pára e elas negociam. Uma delas recebe proposta de três homens dentro do veículo. A outra faz charme e mostra o corpo, mas não há acordo.

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Um outro veículo surge e a moça abaixa o short, mostrando detalhes do corpo. Mas o cliente desiste e vai embora. Em seguida, a loira decide tirar a roupa de vez e fica no meio da rua só de calcinha.

O local é bastante conhecido dos policiais. É o setor de motéis de Taguatinga, região administrativa do DF. O capitão da PMDF (Polícia Militar do DF) Leandro Antunes diz que os policiais estão sempre na região fazendo ronda, mas combater a prostituição é algo muito complicado.

— Nós sempre realizamos essas rondas periódicas, porque a prostituição em si não é crime. A questão é que nós precisamos ficar atentos para que nenhum crime conexo à prostituição aconteça no local.

Os policiais decidem abordar duas delas. Antunes explica que esse procedimento é feito durante as rondas para evitar problemas desagradáveis.

— A gente faz a abordagem e depois realiza uma busca cuidadosa nos pertences delas para ver se existe algum tipo de objeto ilegal. Depois, tentamos descobrir se existe alguma conexão com a prática de algum crime.

Nem todas gostam de mostrar o rosto e preferem se calar. No entanto, uma delas quebra o silêncio e diz que está nas ruas por opção. Ela alega que é um trabalho que gosta de fazer e não pretende parar tão cedo.

— Trabalho todos os dias porque preciso ganhar dinheiro. Tiro de R$ 500 a R$ 600 por dia. Prefiro trabalhar pela manhã e a tarde, porque a noite é perigoso e eu não gosto. Venho não porque eu quero, mas porque preciso. Estou nessa vida há um ano e não pretendo sair.

 
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