Apostas, máquinas de cartão e apostadores foram apreendidos e levados para a delegacia
Do R7, com TV Record | 13/12/2012 às 08h29Após receber várias denúncias anônimas, a polícia fechou, na noite da última quarta-feira (12), uma casa clandestina de pôquer na Colônia Agrícola Samambaia, região próxima ao Taguaparque. Em 15 dias de investigação, a Polícia Civil constatou a atividade ilegal que foi toda registrada por filmagens e fotografias. Cerca de 20 pessoas, entre apostadores e funcionários, estavam no local quando a polícia chegou.
De acordo com a delegada Tania Dias, da 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), o local era clandestino.
— Nós encontramos no local ainda um vigilante armado. A casa não tinha nenhuma autorização do Estado para funcionar.
Na casa, a polícia encontrou quatro mesas de poquêr, várias fichas, dinheiro, comprovantes de cartão de crédito, além de um cofre. Os policiais apreenderam todo o material e levaram para a delegacia.
A casa funcionava em um condomínio residencial há pelo menos dois meses. A suspeita inicial da polícia é que no local havia um cassino com movimentação intensa durante quatro dias da semana. Segundo a apuração policial, a casa movimentava de R$ 30 mil a R$ 40 mil por noite.
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A delegada contou como funcionava a dinâmica da casa.
— Para sentar à mesa, era necessário comprar R$ 200 em fichas. Nós identificamos também que eles contratavam profissionais para jogar e impedir que tivesse um vencedor durante as apostas.
Os apostadores e os funcionários foram encaminhados para a delegacia para prestar depoimento. Eles assinaram um termo de compromisso e foram liberados. Um homem que frequentava o local há pelo menos um mês afirmou que não sabia que a casa era clandestina e ficou surpreso com a chegada da polícia.
O dono da casa de pôquer foi identificado, mas não foi encontrado pela polícia. Ele será indiciado por prática de jogo de azar.
Assista ao vídeo:
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