Segundo vizinhos, ela levou dois tiros quando chegava do trabalho, em 30 de dezembro
Do R7, com a TV Record Brasília | 18/01/2013 às 09h48A polícia prendeu na tarde desta quinta-feira (18) um homem suspeito de matar a jovem Luziene Maria da Silva Pacheco, de 23 anos, quando chegava em casa depois de um dia de trabalho. Ela nasceu no Piauí, mas há três meses morava em Valparaíso de Goiás, região do Entorno do DF, com a família. Agora, o mistério é encontrar o corpo da vítima, que não foi localizado.
Ela estava desaparecida desde o dia 30 de dezembro. Na época, testemunhas contaram à polícia que viram quando ela foi atingida por pelo menos dois disparos e colocada dentro de um carro. Quando a moça foi abordada, falava com um amigo, que pediu para não se identificar, ao celular. Ele ouviu tudo o que aconteceu.
— Ela gritou e disse para não fazerem aquilo com ela, pediu por favor. Depois, o celular caiu no chão e ouvi dois tiros.
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O suspeito de cometer o crime é Marcelo Francisco Cerqueira, de 39 anos, morador do Gama, região administrativa do DF. Ele foi preso por volta das 14h em casa e não resistiu, mas também não confessou o assassinato.
O delegado responsável pelo caso, Alexandre Moreira, disse que sempre trabalhou com a hipótese de homicídio e o suspeito foi apontado por testemunhas como suposto autor do homicídio.
— Desde o início das investigações a gente trabalhava com a hipótese de a vítima ter sido morta e desde o início o suspeito sempre foi o indivíduo que prendemos hoje. Pelos depoimentos testemunhais e provas colhidas até agora, existem fortes indícios de que ele realmente seja o autor desse crime.
A mãe de Luziene, que não quer ser identificada, não se conforma com o que aconteceu. Ela disse que tinha perdido as esperanças de encontrar a filha com vida, mas agora sofre porque não pode se despedir do corpo da jovem. O desejo dela é pelo menos saber onde ele está.
— Meu coração tá uma dor imensa e ela não vai passar nunca. Esse homem tirou de mim a coisa mais preciosa que eu tinha na vida.
O caso continua sendo investigado pelo Ciops (Centro Integrado de Operações e Segurança) do Céu Azul.
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