Distrito Federal

22 de Novembro de 2014

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Suspeito de ser mandante do crime brutal contra empresária é preso

Um dos detidos contou em detalhes como vítima foi queimada viva

Do R7, com informações da TV Record Brasília | 18/01/2013 às 20h31
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O suspeito de ser o mandante do abuso sexual e assassinato da empresária Cleonice Marinho de Araújo, de 44 anos, para o roubo das rodas do carro dela foi preso por volta das 19h desta sexta-feira (18), em Luziânia (GO), cidade do Entorno do Distrito Federal. Eduardo da Cunha estava foragido e, segundo a polícia, foi localizado depois de uma denúncia anônima.

O corpo da empresária foi encontrado carbonizado, nesta quinta-feira (17), dentro do próprio carro, na BR-251, que liga Valparaíso (GO) a Cristalina (GO). Ela foi enterrada nesta sexta-feira, em Valparaíso.

Um dos acusados de violentar e assassinar brutalmente a empresária, contou, em detalhes, como ela foi morta

— Eu dei uma facada nela. Acho que foi na nuca. Ela estava deitada. Ela só falou "ai" e caiu.

Cleonice teria sido carbonizada ainda viva, após ter sido violentada, por causa das quatro rodas do carro. O último suspeito preso teria sido o mandante. O outro suspeito e um adolescente teriam recebido, cada um, R$ 60 para cometer o roubo.

— Aí ele pegou a garrafa de álcool, jogou em cima dela e riscou o fósforo.

Cleonice foi abordada ainda dentro do carro, em frente à casa de uma funcionária que trabalhava com ela. De acordo com a políca, eles estavam embriagados e não se contentaram em apenas levar as rodas do carro. Eles fugiram com a vítima para Luziânia, cidade goiana que fica no Entorno do DF, e, no meio do caminho, ainda pararam em um posto de gasolina para comprar preservativos.

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A vítima foi abusada sexualmente em uma fazenda que fica entre Luziânia e Novo Gama. Após o abuso, eles resolveram matar Cleonice, porque ela teria visto "coisa demais".

A delegada responsável pelo caso, Karina Duarte, conta que, após ser queimada, a empresária foi colocada, ainda viva, no porta-malas do carro.

Segundo a polícia, os dois acusados em companhia do menor envolveram uma quarta pessoa no crime. Ele também foi preso, mas nega participação no assassinato.

Nenhum dos primeiros suspeitos presos tem passagem pela polícia, mas, na casa de um deles, a polícia encontrou armas, supostamente de fabricação caseira, pregadas na parede, como se fossem artigos de decoração.

Assista ao vídeo:

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