“Tem que pegar e agredir”, diz integrante de
grupo de “justiceiros” que age no RJ



Dois casos de “vingadores” ganharam destaque
no Brasil na semana passada

Do R7

Eles são jovens de classe média, muitas vezes estudantes, frequentam academias de luta e se unem com um objetivo: agir contra criminosos. Atos cometidos por grupos de “justiceiros” ganharam destaque no Rio de Janeiro na última semana, após a divulgação da foto de um adolescente preso nu a um poste e do vídeo de uma execução.

Um rapaz que faz parte de um desses grupos falou ao Domingo Espetacular sem se identificar. Questionado sobre sua reação ao ver um criminoso agindo, ele diz o que tem vontade de fazer.

— É querer pegar ele que nem um pitbull. Tem que pegar e agredir. E tirar e devolver o que ele tirou das pessoas, o que foi tomado.

Ele também admite ter agredido usuários de drogas suspeitos de cometer roubos na rua em que mora.

— Quando eu passava o couro comia. Se tivessem cinco, dez, quantos tivessem... Cantava a madeira em cima. Madeira que eu digo na porrada.

O “justiceiro” diz que só sente pena das vítimas desses criminosos e ainda critica as forças de segurança.

— A melhor opção seria a nossa segurança pública. O certo seria isso, mas como tá meio fraco ainda, a gente vai dando nosso jeito.

Adolescente

A foto de um adolescente de 15 anos nu preso a um poste com uma trava de bicicleta ganhou repercussão e gerou polêmica. A polícia diz que ele é um infrator que age no Flamengo, zona sul do Rio. O grupo que espancou o garoto tinha cerca de 30 integrantes, segundo a própria vítima.

Belford Roxo

Na Baixada Fluminense, um vídeo mostra um homem sendo executado em plena luz do dia, em uma rua de Belford Roxo. As imagens são fortes e mostram a vítima ajoelhada. Uma moto para ao lado e o garupa dá um tiro na cabeça do rapaz. O atirador foi identificado e teve a prisão decretada.

 

Assista à reportagem completa:

 

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