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Confiança do comércio tem segunda alta consecutiva, diz FGV

Neste mês, o otimismo do setor atingiu o maior nível desde agosto do ano passado

Economia|Do R7

A alta do otimismo no comércio alcançou apenas 4 dos 13 principais segmentos pesquisados pela FGV
A alta do otimismo no comércio alcançou apenas 4 dos 13 principais segmentos pesquisados pela FGV A alta do otimismo no comércio alcançou apenas 4 dos 13 principais segmentos pesquisados pela FGV

O ICOM (Índice de Confiança do Comércio), da FGV (Fundação Getulio Vargas), subiu 0,7 ponto em fevereiro de 2016, atingindo 69,1 pontos, o maior nível desde agosto passado (69,3). Sob a métrica das médias móveis trimestrais, o índice avançou 0,5 ponto, a segunda alta consecutiva.

O superintendente adjunto para ciclos econômicos da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Jr., afirma que, após atingir o menor valor da série em dezembro, a confiança do Comércio parece acomodar em um patamar historicamente baixo neste início de 2016.

— A tendência para os próximos meses continua incerta, uma vez que o setor vem enfrentando uma demanda enfraquecida pela piora do mercado de trabalho e da situação financeira das famílias, baixos níveis de confiança do consumidor e instabilidade no ambiente político. Como reflexo do cenário negativo para o ano, as perspectivas para o emprego no setor continuaram piorando na Sondagem de fevereiro.

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A alta do ICOM em fevereiro alcançou apenas 4 dos 13 principais segmentos pesquisados. Em termos de horizonte de tempo dos quesitos da pesquisa, a melhora de fevereiro também foi concentrada: o Índice de Expectativas (IE-COM) subiu 2,1 pontos, registrando 75,3 pontos, enquanto o Índice de Situação Atual (ISA-COM), que retrata a percepção dos empresários em relação ao momento atual, caiu 0,7 ponto em relação ao mês anterior, após subir 3,6 pontos em janeiro.

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O quesito que mais contribuiu para o avanço do IE-COM foi o que capta o grau de otimismo com as vendas previstas para os próximos três meses, que cresceu 4,0 pontos, atingindo 76,5 pontos.

A maior contribuição para a queda do ISA-COM foi dada pelo quesito que mede o grau de satisfação com o volume atual da demanda, que caiu 0,9 ponto em relação ao mês anterior, alcançando 65,0 pontos.

A edição de fevereiro de 2016 coletou informações de 1.219 empresas entre os dias 01 e 23 deste mês.

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