19 de Junho de 2013
Presidente da agência diz que 'infinito' e 'ilimitado' não deveriam ser usados por empresas
O presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), João Rezende, criticou as operadoras de telefonia móvel, dizendo que as palavras “infinito e ilimitado” deveriam sair do vocabulário de propaganda das empresas.
— Isso leva o usuário a achar que ele pode utilizar o serviço sem custo nenhum. Na verdade, nada é infinito, nada é ilimitado, existe limite para tudo e as empresas devem ter consciência para não confundir o consumidor.
Durante uma audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados, realizada na última terça-feira (11), Rezendo disse que ainda não foi observada uma melhoria substancial nos serviços das operadoras de telefonia móvel, depois da suspensão da venda de novas linhas, em julho deste ano.
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