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publicado em 26/09/2012 às 20h56:

Greve dos bancos termina em São Paulo, Rio e Belo Horizonte

Sindicato paulista aceita proposta e bancos privados abrem nesta quinta-feira (27)

Do R7

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A greve acabou para as agências dos bancos privados no Estado de São Paulo, Rio de Janeiro e da região metropolitana da cidade de Belo Horizonte, segundo decisão dos sindicalistas durante assembleia na Praça da Sé, região central da capital paulista nesta quarta-feira (26). São Paulo, Osasco, Catanduva e mais onzes municípios estarão com os serviços financeiros de atendimento pessoal normalizados a partir de amanhã (27).

Enquanto Caixa e Banco do Brasil ainda estão em negociação, os demais sindicatos que formam o Comando Nacional se preparam para encerrar a greve que fechou mais de 9.000 agências durante nove dias em todo o Brasil. A categoria mostrou satisfação com a proposta feita ontem (25) pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e as assembleias já começaram a orientar seus integrantes a voltarem ao trabalho.

Segundo a Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), apesar de as assembleias ocorrerem em horários diferentes, as sessões com previsão para acontecerem nesta quinta-feira (27) devem seguir a decisão da maioria, que vota hoje (26).

Em Catanduva, no interior de São Paulo, os trabalhadores fecharam acordo com os patrões e a greve chegou a fim nesta tarde.

Ontem, a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, já havia reconhecido a melhora da proposta.

— O Comando Nacional avalia que a proposta tem avanços nas principais reivindicações dos bancários, como aumento real de salários maior que ano passado, valorização do piso, PLR e auxílios alimentação e refeição. Vamos indicar a aprovação nas assembleias.

Os patrões elevaram a oferta de reajuste para 7,5%, sendo 8,5% de aumento do piso salarial e dos auxílios refeição e alimentação. Além disso, foi oferecida também a ampliação na PLR (Participação nos Lucros e Rendimentos), a 10%.

Caso a proposta seja aceita, o aumento real (descontada a inflação) acumulado pela categoria, entre 2004 e 2012, será de 16,22% para os salários e 35,57% no piso.

A nova rodada de negociações foi feita após uma semana de greve, iniciada no último dia 18.

Segundo a Contraf, na última segunda-feira (24) estavam fechadas 9.386 agências e centros administrativos nos 26 Estados e no Distrito Federal. Na sexta-feira (21), haviam paralisado as atividades os funcionários de 9.092 unidades no País.

Antes da greve, a Fenaban propôs reajuste salarial de 6% (0,58% de aumento real), mas os trabalhadores rejeitaram a proposta.

Os bancários reivindicam reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%, com o desconto da inflação), piso salarial de R$ 2.416,38 (atualmente é R$ 1.400), participação nos lucros e resultados de três salários mais R$ 4.961,25 fixos, plano de cargos e salários, elevação para R$ 622 nos valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da décima terceira cesta-alimentação, além da criação do décimo terceiro auxílio-refeição.

 
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