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publicado em 25/02/2013 às 19h04:

Bolsas de NY atingem menor nível em um mês

Estadão ConteúdoEstadão Conteúdo

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As bolsas de Nova York fecharam em queda substancial nesta segunda-feira, atingindo o menor nível em um mês. Os mercados foram pressionados pelas incertezas com a eleição na Itália, que pode levar a retrocessos no processo de reformas, e também pelo impasse nas negociações para evitar os cortes automáticos de gastos nos EUA, além de indicadores econômicos negativos.

O índice Dow Jones perdeu 216,40 pontos (1,55%) e fechou a 13.784,17 pontos, o menor nível desde 23 de janeiro. O S&P 500 recuou 27,75 pontos (1,83%), fechando a 1.487,85 pontos, o menor patamar desde 18 de janeiro. Ambos tiveram a maior queda desde 7 de novembro do ano passado. O Nasdaq teve retração de 45,57 pontos (1,44%), encerrando a sessão a 3.116,25 pontos.

Após começarem o pregão em forte alta, os mercado financeiros perderam força à medida em que iam sendo divulgadas novas informações sobre a eleição na Itália, que terminou hoje. Projeções mostram que a coalizão de centro-esquerda liderada por Pier Luigi Bersani enfrenta uma competição acirrada com o grupo de centro-direita de Silvio Berlusconi e o Movimento Cinco Estrelas, do comediante Beppe Grillo.

Segundo uma projeção feita pelo Instituto Piepoli e a emissora estatal de televisão RAI, Bersani teria 29,1% dos votos na Câmara, enquanto Berlusconi ficaria com 28,6% e Grillo obteria 26,3%. A coalizão centrista do atual primeiro-ministro Mario Monti aparece com 10,8%. Na apuração oficial, por volta das 18h30 (de Brasília) Bersani tinha 30,06% dos votos, Berlusconi aparecia com 28,58%, Grillo com 25,46% e Monti com 10,61%.

"O mercado está começando a absorver o risco de que Berlusconi pode reverter parte das medidas de austeridade que fizeram a Itália reconquistar a confiança dos investidores", diz Dave Lutz, diretor-gerente da Nicolaus & Co.

Nos EUA, os indicadores econômicos divulgados não foram positivos. O Federal Reserve de Dallas revelou que seu índice de atividade das empresas caiu para 2,2 em fevereiro, de 5,5 em janeiro. Mais cedo, o Fed de Chicago havia informado que seu índice de atividade nacional recuou para -0,32 em janeiro, de 0,25 em dezembro, quando a previsão dos analistas era de uma leitura de 0,02. "Isso vem em linha com o que tem sido o padrão dos indicadores nas últimas duas semanas", afirma Michael Hood, estrategista da JPMorgan Asset Management.

O campo político nos EUA também preocupa investidores. Não há nenhum sinal de avanço no impasse entre o Congresso e a Casa Branca para evitar os cortes automáticos de gastos programados para entrar em vigor no dia 1º de março. Hoje o presidente Barack Obama disse que isso já está afetando a economia. "As companhias estão preparando notificações de demissões, famílias estão se preparando para cortar despesas e quanto mais tempo esses cortes estiverem em vigor, maior será o impacto," afirmou.

Os republicanos não se sensibilizaram e o presidente da Câmara dos Representantes, John Boehner, fez um rápido pronunciamento para dizer que Obama já obteve os aumentos de impostos que queria e agora ele e o líder democrata no Senado, Harry Reid, precisam resolver o problema. "É hora de cortar gastos", asseverou.

No noticiário corporativo, as ações da Barnes & Noble saltaram 11,47%, após Leonard Riggio, presidente e maior acionista da companhia, confirmar que tem interesse em comprar as livrarias do grupo. Já a varejista de materiais de construção Lowe's perdeu 4,80%, depois de divulgar uma previsão de lucro que ficou abaixo do esperado.

A petroleira Chesapeake Energy teve desvalorização de 6,78%, após concordar em vender sua participação em um campo de petróleo e gás em Oklahoma para a chinesa Sinopec, por US$ 1,02 bilhão. Analistas dizem que o preço parece baixo.

Entre as blue chips, o destaque de queda foi o setor bancário (Citigroup -3,83%, JPMorgan -2,47%, Goldman Sachs -4,18%, Morgan Stanley -6,57% e Bank of America -3,58%). Ainda no campo negativo aparecem Home Depot, com retração de 2,53%, e General Electric, com perda de 2,48%. As informações são da Dow Jones.

 
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