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27 de Maio de 2012

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publicado em 08/08/2011 às 08h13:

Com comida industrializada e construção mais
caros, preços registram queda menor em julho

Gasolina e frutas pesam mais no bolso; por outro lado, passagem aérea fica 13% mais barata

Do R7

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Os preços para o consumidor recuaram em ritmo menor em julho na comparação com junho, de acordo com indicador divulgado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta segunda-feira (8). O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) recuou 0,05% no mês passado, enquanto a queda de preços atingiu 0,13% no mês imediatamente anterior. Os principais vilões desse recuo menor foram a construção civil, a comida industrializada e a gasolina. 

A taxa acumulada do IGP-DI é utilizada como índice de reajuste das dívidas dos Estados com a União (mas já não é mais usada para reajustar as tarifas de telefone). Composto por três componentes (preços ao produtor, preços ao consumidor e preços da construção ), o IGP?DI de julho foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31.

No atacado, o destaque foram os alimentos processados, que tiveram alta de 1,18% para o consumidor – em junho, os preços haviam caído 1,26%. As matérias-primas brutas tiveram comportamento de preços variado: minério de ferro, milho e algodão ficaram mais baratos, enquanto aves, bovinos e suínos pesaram mais no bolso em julho.

Em relação aos preços para o consumidor, os itens dos grupos transportes e a alimentação ficaram mais caros. A gasolina, que tivera queda de 3,42% em junho, ficou 0,38% mais cara em julho. As frutas ficaram mais baratas em julho, só que em ritmo muito menor que o registrado no mês imediatamente anterior. 

Por outro lado, as tarifas aéreas tiveram queda de 13,09% para o consumidor, depois de registrara alta de 14,36% em junho. Roupas, aluguel residencial, artigos de higiene e cuidado pessoal e cerveja também pesaram menos no bolso do brasileiro em julho, segundo o indicador da FGV.

Por fim, construir também ficou mais caro em julho, o que influenciou o nível do indicador. Tanto os serviços como a mão de obra estão mais pesados para o bolso do consumidor. Os materiais e equipamentos também ficaram mais caros no mês passado, só que em ritmo menor que o de junho.

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