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publicado em 17/09/2011 às 10h13:

Construtoras diminuem tamanho da casa
para conta caber no bolso do consumidor

Especialistas recomendam visitar bairro, pesquisar preços e barganhar para fechar negócio

Raphael Hakime, do R7

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Os preços dos imóveis no Brasil tiveram um grande salto nos últimos dois anos e o consumidor que busca a casa própria sentiu isso na pele. O mercado já notou que o ritmo de vendas não é mais o mesmo de tempos atrás e, por isso, mudou o perfil dos apartamentos para atrair compradores. Agora, a tendência é que as construtoras apostem cada vez mais em apartamentos menores nas grandes cidades. 

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A área útil dos novos empreendimentos está cada vez menor porque o comprador não analisa o preço do metro quadrado, mas sim o quanto ela pode financiar, R$ 200 mil, R$ 300 mil ou R$ 400 mil, explica Eduardo Zylberstein, pesquisador da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e coordenador do FipeZap – termômetro que mede o valor do metro quadrado em seis capitais e no Distrito Federal. Para ele, “construir imóveis menores é uma tendência do mercado atual”.

- Não tem mágica: as pessoas têm uma renda mensal e podem financiar um certo limite. O que acontece é que as construtoras estão fazendo uma ginástica para o imóvel caber no bolso. Isso é normal em cidades desenvolvidas, como Tóquio, Nova York, Londres. O normal é que os imóveis nos grandes centros sejam pequenos porque falta espaço. Se você quer uma casa maior, você vai morar em áreas mais afastadas.

Independentemente do tamanho do imóvel e do quanto você pretende financiar, é necessário definir o perfil da casa, passear pelo bairro e pechinchar muito antes de comprar, recomenda Luiz Paulo Pompéia, diretor de estudos especiais da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). Isso porque “90% da população brasileira que compra imóvel o faz só uma vez na vida”.

- Primeiro, ele tem que analisar muito bem todas as questões que vão atendê-lo, como a localização. A casa tem que estar próxima de um núcleo comercial a menos de 10 minutos a pé, onde ele encontra farmácia, padaria, pizzaria, a escola dos filhos, supermercado, transporte público. 

O próximo passo é escolher dois ou três imóveis com potencial de compra e começar a “pechinchar o preço no balcão do plantão de vendas”, diz Pompéia.

- Como ainda tem muita gordura, ainda dá para emagrecer esses preços, ou seja, ele ganha poder de negociação. Depois de escolher três lugares, pechinche, compare os preços e peça um abatimento de, no mínimo, 10%.

O diretor da Embraesp afirma que o desconto no valor do imóvel pode aumentar à medida que cresce o tamanho da entrada. Segundo ele, “você pode pedir um desconto maior porque quanto maior a entrada, maior o desconto no restante”.

Zylberstein, da Fipe, lembra ainda que adquirir a casa própria é uma decisão que requer a opinião de todos os membros da família, além de considerar o impacto que essa compra vai causar no orçamento doméstico.

- Para quem não tem imóvel, para a maioria da população, comprar um imóvel significa alocar a maior parte da riqueza da família em um único bem, seja a atual ou a riqueza futura por meio de um financiamento. Uma decisão dessas, com essa importância, tem que ser tomada com cautela, considerando gastos com matrícula, corretagem e escritura, por exemplo.

 

Veja as respostas do quiz sobre gastos pessoais

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