27 de Maio de 2012
Agência EstadoAs hidrelétricas seguem respondendo pela maior parte da matriz elétrica do País, ou 66,91% da capacidade instalada, seguida pelas termelétricas, com 26,67%, e das PCHs, com 3,3%. Compõem ainda a matriz as usinas nucleares (1,71%), eólicas (1,22%) e centrais geradoras (0,18%).
Segundo o relatório, empreendimentos que somam potência de 4.199,3 MW entraram em operação comercial ao longo de 2011. Deste total, 1.142,8 MW são de hidrelétricas, 432,7 MW provêm de PCHs, 498,3 MW de eólicas e 2.125,5 MW de termelétricas, sendo 1.206,45 MW movidas a combustíveis fósseis e 919,05 MW à biomassa.
Para este ano, está prevista a entrada em operação de projetos que somam 9.999,7 MW de potência. Desse total, 1311,4 MW enfrentam restrições para entrada em operação. A maior parte da nova capacidade que deve entrar em operação é proveniente de usinas termelétricas (4.879,2 MW, dos quais 145,3 MW possuem restrições). Já as hidrelétricas respondem por 3.036,7 MW, com destaque para o início das operações de Santo Antonio (somando 1.072,4 MW neste ano) e de Jirau (600 MW em 2012), além da entrada de novas turbinas de Estreito, somando 543,6 MW.
O relatório está disponível no site da Aneel (www.aneel.gov.br), em Informações Técnicas, Fiscalização, Geração, Resumo Geral dos Novos Empreendimentos de Geração - Versão janeiro de 2012.
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