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publicado em 01/02/2011 às 11h25:

Desemprego na União Europeia e na
zona do euro fica estável em 2010

Espanha, Lituânia e Letônia lideraram, com as taxas mais altas de desocupação

EFE, com R7

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Os índices de desemprego na UE (União Europeia) e na zona do euro mantiveram-se estáveis em dezembro, na comparação com novembro, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela Eurostat, a agência européia de estatísticas.

Na UE como um todo, a taxa ficou em 9,6%, e na zona do euro, em 10%. Em dezembro passado havia 23,18 milhões de desempregados na UE, dos quais 15,77 milhões estão na zona do euro, uma redução de 19 mil desempregados no bloco como um todo e de 73 mil nos países da moeda única.

Na comparação com dezembro de 2009, o número de pessoas desempregadas subiu em 178 mil na zona do euro e em 434 mil na União.

Os países com menos desemprego continuam a ser Holanda (4,3%) e Áustria (5%), enquanto Espanha (20,2%), Lituânia e Letônia (18,3% no terceiro trimestre de 2010) continuam sendo os países-membros com as taxas mais altas.

Fazem parte da zona do euro atualmente: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta e Portugal.

Pior já passou

No sábado (29), autoridades europeias e executivos de bancos disseram no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), que o pior da crise da dívida da zona do euro ficou para trás e que já não há mais qualquer dúvida sobre a sobrevivência do euro.

Na quinta-feira (27) o presidente francês, Nicolas Sarkozy, havia dito que a França e a Alemanha estão determinadas a defender o euro, e que os investidores que apostam contra a moeda comum terão prejuízos.

No mês passado, o CEBR (Centro de Investigação Econômica e Empresarial, na sigla em inglês), no entanto, divulgou um estudo no qual afirmou que a zona do euro tem apenas uma chance em cinco de sobreviver em sua forma atual pelos próximos dez anos.

Segundo o presidente instituto, Douglas McWilliams, o que separará a zona do euro será a impossibilidade da maioria dos países de adotar cortes de gastos públicos necessárias para se tornarem mais competitivas.

Crise

O problema da dívida soberana na Grécia e na Irlanda sacudiu os países da zona do euro no ano passado, gerando certa especulação de que a Alemanha eventualmente poderia perder a paciência em resgatar a seus vizinhos menos preocupados com as contas públicas. No limite, isso poderia levar à quebra do bloco monetário.

Merkel reafirmou em diversas ocasiões o compromisso da Alemanha com o euro. Ela diz que a moeda comum é a base da prosperidade do país e que o euro é necessário para o bem estar europeu e para “superar todos os grandes desafios mundiais”.

McWilliams, no entanto, indicou que os profundos desequilíbrios entre as economias frágeis e as mais fortes do grupo, algo que se tornou mais evidente desde a crise de 2008, seria um grande obstáculo para o projeto no longo prazo do bloco europeu.


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