27 de Maio de 2012
Diferença entre sexos não era tão grande desde 1945; empregados foram de 53,5% para 52%

Os efeitos da recessão sobre o emprego nos Estados Unidos são muito piores para os homens do que para as mulheres - que passaram a ter quase tantos postos de trabalho quanto eles -, revelou um estudo publicado na última terça-feira (2).
O Fed (Federal Reserve) de Nova York, anexo nova-iorquino do banco central americano, publicou o estudo.
- Desde o início da recessão em dezembro de 2007 até janeiro de 2010, a mão-de-obra ocupada masculina caiu 8,2%, enquanto o número de mulheres com trabalho caiu apenas 3,9%.
Os autores também escreveram que a desproporcionalidade está diminuindo.
- Os homens foram afetados de forma desproporcional. Como consequência, pela primeira vez nos anais, o número de mulheres empregadas nos Estados Unidos compete de perto com o de homens.
Segundo números do Departamento de Trabalho americano, nos quais se fundamenta o estudo, a proporção de homens na mão-de-obra empregada caiu de 53,5%, em dezembro de 2007, para 52% em janeiro de 2010.
Em agosto de 2009, a taxa de desemprego masculino era de 11%, ou seja, 2,7% a mais que entre as mulheres.
Comparando as taxas de desemprego masculino e feminino, os autores do artigo revelaram que a diferença entre os sexos nunca foi tão grande desde 1945.
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