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publicado em 16/01/2010 às 11h19:

Elite empresarial atua nos conselhos
das maiores companhias do país

Crescimento da economia brasileira deu maior importância ao cargo

Mariana Londres, do R7

O Brasil tem hoje uma elite de executivos que ocupam cadeiras nos conselhos das maiores empresas do país. Com o crescimento da economia brasileira nos últimos anos, os conselhos de administração das grandes companhias ganharam importância. Afinal, os conselheiros têm atuação direta nas decisões das maiores empresas; todas as companhias listadas em bolsa são obrigadas a submeter suas decisões ao conselho de administração.

Donos de currículos extensos, os essa turma não tem dificuldades para encontrar trabalho. Há poucos profissionais qualificados para a função e, portanto, mais cadeiras nos conselhos do que executivos para ocupá-las. Walter Machado de Barros é presidente do conselho de administração do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo) e fala sobre a importância do cargo.

- O conselho faz o planejamento de médio e longo prazo das empresas, tem um papel estratégico; estabelece premissas para elaboração de orçamento, plano de metas, contrata auditores para analisar balanços e periodicamente se reúne com os comitês de auditorias.

O conselho é escolhido pelos acionistas da empresa. A função é analisar a administração da empresa, os planos, os objetivos e ver se as decisões que estão sendo tomadas por seus executivos estão de acordo com os interesses dos acionistas, como explica o economista Wesley Mendes da Silva, professor e pesquisador da Universidade Presbiteriana Mackenzie:

- Eles têm de tomar decisões que defendam o interesse dos acionistas, inclusive os minoritários, pessoas comuns que compraram um pedaço da empresa. Por isso é importante que eles sejam independentes, que sejam escolhidas pessoas isentas.

Por este motivo, o economista Wesley da Silva não considera ideal o conselho de administração da Petrobras.

- Na Petrobras há várias pessoas no conselho de administração que são do governo. A presidente do conselho é a ministra Dilma Rousseff, o que pode gerar um conflito entre os interesses do governo e dos acionistas, que são as pessoas que o conselho representa. 

Os conselheiros também precisam ter muito conhecimento técnico de administração e dos negócios da empresa. 

- Os conselheiros, em geral, já foram executivos e emprestam a sua experiência às empresas.

Apesar de não cumprir expediente nas empresas, os conselheiros são remunerados. Luiz Fernando Furlan, ex-ministro do Desenvolvimento e Comércio Exterior do governo Lula e co-presidente do conselho de administração da Brasil Foods fala da importância da remuneração dos conselheiros.

- A remuneração cria um vínculo de obrigação e de responsabilidade. É importante que seja remunerado para ter comprometimento. 


 
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