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23 de Setembro de 2014

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publicado em 24/03/2013 às 07h44: atualizado em: 24/03/2013 às 14h10

Estilo centralizador de Dilma atrasa pacotes para investimentos

Já são mais de 15 iniciativas anunciadas e número deverá aumentar

Estadão Conteúdo

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Ao mesmo tempo em que apela para o chamado "espírito animal" dos empresários para estimular investimentos privados, a presidente Dilma Rousseff adota, no governo federal, um estilo hiperativo e centralizador que inibe a realização desses mesmos investimentos. 

O código de mineração é o melhor exemplo: desde 2008, quando a presidente ocupava a Casa Civil, o governo discute uma modernização do marco regulatório do setor, que vai elevar a cobrança de royalties das mineradoras. 

Por não dispor de arcabouço legal, o DNPM (Departamento Nacional de Pesquisa Mineral) evita conceder licenças de pesquisa, o que virtualmente paralisou a área e os investimentos.

Desde sua chegada ao Palácio do Planalto, Dilma exige revisões no texto do código. Na semana passada, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, informou que a presidente queria encaminhar ao Congresso, ainda neste mês, as novas regras. 

A agenda, porém, mostra que dificilmente isso vai acontecer, em razão da viagem de Dilma para a cúpula dos Brics, na África do Sul. A centralização, no governo Dilma, significa que todo assunto importante passa por suas mãos.

A hiperatividade pode ser vista na lista de 15 pacotes de estímulo à economia já anunciados. A conta vai continuar aumentando, uma vez que o governo tem em gestação pelo menos mais um pacote, com medidas de cortes de impostos para o setor de transportes e planos de saúde, como a reportagem revelou na semana passada.

Apesar de todas essas iniciativas, a economia desacelerou nos dois primeiros anos de mandato de Dilma e ainda não há dados que apontem uma retomada consistente. Enquanto o governo lançava pacotes sucessivamente, a taxa de investimento na economia mergulhava. 

Em reuniões com empresários, Dilma e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, têm ouvido que o excesso de ação do governo na economia não é necessariamente positivo - inseguros com o ritmo da economia e com anúncios de tantas mudanças, os empresários esperam um cenário mais tranquilo para voltar a investir. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

 

Veja as respostas certas neste link.

 
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