21 de Maio de 2013
Economia brasileira deve fazer o possível para crescer pelos menos 3,5% este ano

A ordem interna dada pela presidente Dilma Rousseff de fazer todo o possível para alcançar um crescimento de pelo menos 3,5% este ano colocou parte da máquina do governo num ritmo frenético.
As concessões em rodovias passaram por um freio de arrumação a favor do mercado, depois que o governo constatou que as condições inicialmente oferecidas despertaram pouco interesse.
Além disso, estão em discussão novos cortes de impostos, como é o caso do PIS-Cofins.
O presidente da EPL (Empresa de Planejamento e Logística), Bernardo Figueiredo, um dos idealizadores dos pacotes de concessão em portos, ferrovias e rodovias, explica melhor a situação:
— Nós não brigamos com o mercado. Temos convicção de que o governo precisa incentivar os investimentos em parceria com a iniciativa privada.
Ele observou que as concessões das estradas são as primeiras numa longa fila de empreendimentos a serem oferecidos às empresas e deverão movimentar R$ 370,2 bilhões.
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