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publicado em 06/02/2012 às 13h01:

Governo arrecada R$ 24,5 bilhões com leilão de aeroportos

Terminal de Guarulhos, que tinha lance mínimo de R$ 3,8 bi, é arrematado por R$ 16,2 bi

Do R7


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O leilão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos, em Campinas (SP) e Brasília (DF) rendeu aos cofres do governo R$ 24,5 bilhões, segundo balanço divulgado pela Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) nesta segunda-feira (6).

O Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, que fica em Guarulhos (SP) e é conhecido como Cumbica, tinha lance mínimo de R$ 3,8 bilhões, mas foi arrematado pelo Consórcio Invepar, representado pela corretora Gradual, por R$ 16,213 bilhões - ágio de 373% em relação ao preço mínimo.

Já o Aeroporto Internacional de Viracopos, que fica em Campinas (SP), cujo preço mínimo era de R$ 1,47 bilhão, foi arrematado por R$ 3,821 bilhões pelo Consórcio Aeroportos Brasil, representado pela corretora Planner. O ágio, nesse caso, foi de 159%.

Por fim, o Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, de Brasília (DF), tinha piso definido de R$ 582 milhões no edital, mas foi comprado pelo Consórcio Inframérica Aeroportos, representado pela corretora Citi, por R$ 4,501 bilhões. Nesse caso, o ágio foi de 673,3%.

A concessão dos empreendimentos para a iniciativa privada tem como pano de fundo a forte necessidade de investimentos na infraestrutura aeroportuária do país antes da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. 

Ao todo, os 11 grupos que disputavam o leilão fizeram 22 propostas, sendo que o aeroporto de Guarulhos recebeu dez, o de Campinas, quatro, e o de Brasília, oito.


Regras e tempo de concessão

A Secretaria de Aviação Civil estabeleceu que as empresas brasileiras interessadas em participar do leilão de privatização dos aeroportos de Brasília, Guarulhos e Campinas teriam que contar com a participação de um sócio estrangeiro.

Isso porque esses sócios precisavam ter pelo menos cinco anos na administração de terminais aéreos que movimentem cinco milhões de passageiros ao ano. 

Após o certame, os consórcios vencedores ficam com 51% dos terminais, enquanto a Infraero (estatal que administra os aeroportos) fica com os 49% restantes.

O prazo de concessão dos três aeroportos para a iniciativa privada varia. No caso de Guarulhos, o terminal fica na mão do consórcio por 20 anos. Já Viracopos permanece 30 anos com empresa privada e Brasília, 25 anos.

Consórcios que disputaram leilão

O leilão dos aeroportos atraiu forte interesse de grupos estrangeiros, além de grandes empresas brasileiras e até de fundos.

Apesar de não ter havido divulgação prévia oficial sobre a quantidade e os integrantes dos consórcios, a maior parte deles anunciou oficialmente sua participação.

Confira, a seguir, os 11 consórcios que participaram da disputa:

- Odebrecht e Changi (Cingapura)
- CCR e Flughafen Zurich (Suíça)
- Invepar, OAS e ACSA (África do Sul)
- Ecorodovias e Fraport (Alemanha)
- OHL Brasil e Aena (Espanha)
- Queiroz Galvão e Ferrovial (Espanha)
- Fidens Engenharia e ADC&Has (EUA)
- Carioca Engenharia, GP Investimentos e ADP (França)
- Engevix e Corporación América (Argentina)
- Advent International e Asur (México)
- Triunfo e Egis Airport Operation (França)

 

 

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