12 de Fevereiro de 2012
Índice mostra que roupas e cultura também pesam mais no bolso
Esse dado é calculado pela Fundação Getúlio Vargas e mede a variação de preços semanal em todo o Brasil. Assim, é possível prever – e tentar contornar – um aumento brusco no valor dos produtos.
Na pesquisa, os itens Alimentação e Vestuário se mostraram mais caros do que na segunda semana de novembro. A variação no preço geral dos alimentos subiu de 0,01% para 0,13%. Na prática, isso significa que quando o consumidor chegou ao supermercado, pagou mais pela mesma compra por causa de alguns alimentos como frutas, peixe e batata.
Para compensar a cesta, tomate, cebola e carne moída ficaram mais em conta.
E já de olho nas vendas de Natal, os lojistas estão cobrando mais pelas roupas, que vinham em ritmo de inflação de 0,43% na semana e agora estão em 0,85%.
Também pesa mais no bolso aproveitar a vida cultural de São Paulo, já que as Salas de Espetáculo tiveram inflação quase dobrada na última semana (de 1,22% para 2,43%).
O nível geral de preços subiu, mas o salário não é ajustado com a mesma velocidade do preço na prateleira do supermercado. O alimento é primeira necessidade, e a pessoa vai continuar consumindo independentemente de pequenos aumentos nos preços. Por isso é importante que o consumidor fique atento com o que vale mais a pena comprar a cada semana.
A dica para o consumidor é pesquisar as melhores ofertas, já que alguns comerciantes podem ter conseguido descontos com produtores ou que estejam eliminando estoques.
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