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publicado em 25/10/2009 às 06h03:

Na Venezuela, o litro da gasolina custa R$ 0,07

Enquanto a gasolina no Brasil custa em média R$ 2,51, no país vizinho o litro sai quase de graça

Do R7

Apesar de toda a festa que o governo fez para anunciar o pré-sal e reafirmar a força do país como grande produtor de petróleo, o brasileiro paga caro para encher o tanque, principalmente em comparação com outros grandes produtores, como a Venezuela.

No país de Hugo Chavez, o litro da gasolina custa o equivalente a R$ 0,07. Esse preço chega a ser irrisório se comparado com a média cobrada por litro no Brasil que supera os R$ 2,50. Abastecer o carro com gasolina ou diesel no Brasil é mais caro até que nos Estados Unidos, Chile ou Argentina.

O preço pago na bomba por aqui só é menor que em alguns países da Europa. Entre eles está a Noruega, que é uma das maiores produtoras de petróleo do mundo, mas que cobra o equivalente a R$ 4 por litro de gasolina de quem vai abastecer nos postos de gasolina espalhados pelo país. 

Uma das explicações é que, na Europa, a maioria dos governos cobra até 75% de imposto sobre o combustível. Na Noruega, há ainda outro motivo: apesar de ser um grande produtor de petróleo, o país estimula sua população a reduzir o consumo do combustível. O governo norueguês está entre um dos que mais investe em pesquisas para o desenvolvimento de energias alternativas e menos poluentes que o petróleo. E a população é estimulada a usar transporte público, bicicletas e até a andar a pé para colaborar com a sustentabilidade do planeta.

Em países como Venezuela e Árabia Saudita, o preço baixo é resultado de um outro tipo de política pública: a produção de petróleo é controlada pelo governo, que oferece um preço subsidiado para baratear e estimular o consumo.

No Brasil, grande parte do petróleo é produzido pela Petrobras, mas a gasolina chega na bomba acrescida da taxação de impostos, custos de refino e distribuição. Por aqui, o preço também é controlado pelo governo, que manteve preços quando o valor do petróleo disparou no exterior para evitar aumento da inflação. Mas essa política também afeta o seu bolso para mal: a Petrobras não repassou a queda de preços no mercado internacional dos últimos meses para o preço cobrado na bomba.

 

 
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