9 de Fevereiro de 2012
Conheça quais os principais tipos e as maiores vantagens de cada um
Os fundos são um tipo de condomínio de investidores, administrados por um profissional (gestor) especializado. Neste condomínio, cada investidor coloca quanto dinheiro quiser. A aplicação é feita por meio da compra de cotas, que representam pedaços proporcionais do total do fundo. Por meio do valor da cota, o investidor consegue acompanhar o rendimento do fundo e comparar com os valores de fundos parecidos de outras instituições.
É um modelo de aplicação indicado, principalmente, para os investidores que não querem ou não têm condições de administrar os próprios recursos. O cotista repassa o trabalho de escolher onde aplicar os recursos para o gestor, que cobra por esse serviço.
A carteira do fundo é o conjunto de produtos financeiros em que os recursos desse condomínio serão investidos. Podem ser títulos públicos, títulos privados, ações, recibos e bônus, entre outros. De acordo com a escolha da carteira, o fundo será encaixado em uma das 11 categorias estabelecidas pela Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento), entidade que controla o setor.
Para sair de um fundo, o investidor pede o resgate do dinheiro aplicado na administradora. O Imposto de Renda é cobrado a cada seis meses em alguns casos e na hora da saída do fundo (a alíquota incide sobre o valor total aplicado pelo investidor). A alíquota e o prazo de recolhimento dependerá do tipo de fundo e do tempo em que o dinheiro ficou investido (quanto mais tempo, menor a taxa).
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