26 de Maio de 2012
Secretaria do Turismo passa 90% do seu tempo dedicada ao assunto
A maior é o Salão do Automóvel, que recebe 800 mil pessoas durante dez dias em outubro. Os negócios não são fechados na feira, mas depois o consumidor vai comprar nas concessionárias.
Em segundo lugar está a Bienal do Livro, que recebe 600 mil pessoas - mas não gera grandes resultados financeiros. Ambas acontecem a cada dois anos.
A Couromoda abre o calendário das feiras de negócios na capital paulista. A última edição, em janeiro deste ano, recebeu 70 mil pessoas. Em média, 30% dos visitantes são estrangeiros, conta Gadzanis, da SPTuris.
- Muita gente vem da Bolívia e do Paraguai, por exemplo, para comprar sapato.
Armando Campos Mello, presidente executivo da Ubrafe, diz que as feiras têm o melhor custo benefício da promoção comercial para a marca.
- Ficar de fora significa perder uma oportunidade única para conhecer e comparar, em poucos dias, a ampla oferta de soluções que o mercado oferece.
Ele explica que nesses eventos “as melhores empresas do segmento produtivo nacional” exibem soluções em produtos, serviços, equipamentos, tecnologia e maquinário.
Fazer contato nas feiras pode também abrir portas para o comprador no futuro. São Paulo tem 59 ruas especializadas em algum tipo de mercadoria, diz Gadzanis, da SPTuris. Isso é importante porque quem vem acaba comprando muito mais.
- Se você for na Santa Ifigênia e não encontrar a peça que você busca, só vai encontrar em Nova York. Não vai existir em nenhum outro lugar da América Latina.
No site oficial de turismo da cidade de São Paulo (www.spturis.com/csp/calendario_site/exibe_eventos.php?ln=br&cat=1) é possível obter informações sobre todos os eventos que acontecem na capital paulista.
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